Design Sprint Remoto – Será que funciona?

Acompanhe o artigo e saiba como realizar o Design Sprint Remoto

Por Roque Sales, CX & UX Manager da Zappts

Design Sprint Remoto

Design Sprint tem tudo a ver com inovação. Podemos dizer que é um sistema ou método passo a passo para resolver grandes problemas e testar grandes ideias.

Esse método foi criado pelo Google em 2016, tendo como idealizador o designer Jack Knapp. Ele basicamente pegou todo o mindset e filosofia do Design Thinking e consolidou em um processo de 5 dias, criando assim o método que conhecemos como Design Sprint. 

O processo é aplicado para testar ideias e validá-las antes do desenvolvimento da solução. Dessa forma, é possível testar um protótipo com usuários reais e ter um retorno da sua funcionalidade e experiência de uso. 

E a materialização da ideia no Design Sprint é construída em equipe com profissionais de áreas diferentes da empresa, que solucionam juntos os desafios e resultados de cada etapa do processo. 

Design Sprint

Design Sprint e Design Thinking

O Design Sprint é baseado no Design Thinking e podemos entendê-lo pela seguinte definição:

“Design Sprint é um processo de cinco dias para resolver grandes problemas de negócios por meio do design, prototipagem e teste de ideias com clientes” – Jack Knapp.

Design Sprint

Tim Brown, designer e autor do livro “ Design Thinking – Uma Metodologia Poderosa Para Decretar o Fim Das Velhas Ideias” (2009), define o Design Thinking como uma abordagem centrada no ser humano para inovação, que se baseia no kit de ferramentas do designer para integrar as necessidades das pessoas, as possibilidades da tecnologia e os requisitos para o sucesso dos negócios”.

Design Thinking corresponde, assim, às ferramentas e combinações de design para a criação e inovação, pressupondo que o profissional conheça e saiba como aplicá-las em projetos. 

Design Thinking

O Design Sprint é o passo a passo, tal como uma receita. Corresponde a um processo definido em etapas, nas quais o Design Thinking está incorporado. 

O processo

O processo de Design Sprint tem começo, meio e fim.

São 5 dias de trabalho em equipe, com profissionais de diferentes áreas envolvidos no desenvolvimento da solução.

No primeiro dia, é feito o mapeamento do problema/desafio, por meio de entrevistas e do levantamento de necessidades da empresa. É a parte da coleta de informações que dão base para a definição do objetivo do processo.

No segundo dia, começam a ser elencadas as possibilidades e ideias de como o problema/desafio pode ser solucionado. O time “literalmente” desenha as estratégias e soluções. 

Depois, no terceiro dia, a equipe escolhe qual ideia será trabalhada por meio de um protótipo. Essa escolha é realizada em forma de votação, para que todos participem e contribuam com argumentos e análises. 

O quarto dia é dedicado para a criação do protótipo, considerando a jornada do usuário. O protótipo é testado e validado por usuários reais, e então, o processo de Design Sprint é concluído, com a entrega da ideia de um produto ou solução em um prazo de 5 dias. 

Dessa forma, o Design Sprint “tangibiliza” uma ideia e dá respostas sobre a sua aplicação.

Benefícios do Design Sprint

A ideia do Design Sprint é trabalhar e validar uma ideia em um curto espaço de tempo. Após a realização de testes, é possível ter uma visão se vale a pena continuar o seu desenvolvimento. 

Como resultado, a empresa consegue planejar o investimento na solução e pode considerar uma perspectiva de experiência do usuário.

Sem falar nos insights gerados nos primeiros dias do processo. A quantidade de conteúdos e ideias compartilhadas podem ser de grande utilidade para a criação de projetos e melhorias. 

Outro benefício do Design Sprint é o trabalho colaborativo, reunindo profissionais de diferentes áreas em torno de um mesmo propósito. 

Assim, a empresa trabalha sua identidade e conta com as percepções de seus colaboradores para criar produtos e serviços únicos. Isso fará uma grande diferença na escolha do usuário final. 

Design Sprint Remoto

Design Sprint Remoto Zappts

Como fazer Design Sprint Remoto?

O Design Sprint é um processo desenvolvido por meio do trabalho em equipe.

O grande desafio do Design Sprint Remoto é manter a energia, interação e conexão do time ao longo das etapas. Além disso, o uso de algumas ferramentas tornam essa possibilidade viável 

E falando em ferramentas, serão necessárias basicamente duas para fazer o Design Sprint Remoto. São elas as de videoconferência, para a comunicação e interação, e witheboard, para o trabalho colaborativo. 

Respectivamente, utilizamos o Zoom e o Miro como ferramentas no processo de Design Sprint Remoto. 

Agora, vamos a algumas observações muito importantes:

Quantidade de participantes

O Design Sprint é realizado com uma equipe multidisciplinar. No modo remoto, o ideal é realizá-lo com no máximo 7 participantes, garantindo produtividade e organização na condução do processo. 

Manter a câmera ligada o tempo todo

A câmera deve estar ligada durante a realização das etapas do Design Sprint, para uma visão da participação de todos os envolvidos e percepção do entendimento sobre os objetivos do processo. 

Tempo de duração das atividades

No modo remoto, é importante definir o tempo de duração das atividades para que o Design Sprint não se torne um processo cansativo. É legal incluir exercícios “quebra gelo”, ou seja, dinâmicas e interações que promovam o entrosamento dos participantes, como por exemplo, pedir para que alguém conte uma curiosidade sobre si que os demais não saibam.

Acordo de participação

As possibilidades de distração no Design Sprint Remoto são muitas.

Estar online, próximo ao celular e no ambiente doméstico são fatores que podem desviar a atenção do processo, por isso, a dica é que, logo no início, no primeiro dia do Design Sprint, todos façam um acordo, ou “contrato”, de como seguirão ao longo de todo o workshop, por exemplo, mantendo o foco, a atenção e o engajamento sem julgamentos, e que participarão mantendo as câmeras ligadas e outros dispositivos desligados, contribuindo em todas as etapas.

Papel do facilitador

Um bom facilitador será de vital importância para o sucesso do Design Sprint Remoto.

Conduzindo as atividades, motivando as participações e orientando sobre a conclusão de cada etapa do processo. O facilitador deve saber com propriedade como o Design Sprint funciona e como aplicá-lo. 

Um dos objetivos de um facilitador é garantir que a equipe esteja tendo discussões proveitosas, que toda a equipe está sendo entendida, respondendo às perguntas certas e que tudo está acontecendo dentro do tempo ideal.

Um bom facilitador deve:

  • Garantir que toda a equipe é produtiva e presente;
  • Guiar o time em pontos difíceis de tomada de decisão;
  • Ajudar a visualizar seu projeto com uma nova perspectiva;
  • Alavancar uma variedade de ferramentas para obter respostas concretas.

Sobretudo, a responsabilidade do facilitador no processo de Design Sprint Remoto é de manter a energia e conexão entre os participantes, pois esse fator será o grande diferencial para que, de fato, a equipe produza o melhor resultado possível para a solução do problema/desafio proposto. 

Design Sprint Remoto Zappts
Legenda: equipe de UX da Zappts junto ao time da Anheuser-Busch InBev, facilitando uma sessão de Design Sprint Remoto.

Conclusão

O tema deste artigo está em formato de pergunta e questiona sobre a funcionalidade do Design Sprint Remoto. Pois bem …

Com base nas experiências que tivemos e dos resultados obtidos, posso dizer que “SIM”! O Design Sprint Remoto funciona, e conforme apresentado, configura uma alternativa que pode ser extremamente interativa e produtiva. 

É importante as dicas sobre a quantidade de participantes, o tempo das atividades e todas as outras que listei, pois, no modo remoto, o facilitador terá papel fundamental para a que o resultado do processo seja satisfatório, e mais ainda: que produza nos participantes um sentimento de colaboração e importância para o time. 

Espero que você tenha gostado de saber um pouco mais sobre Design Sprint e Design Thinking e que este conteúdo possa, de alguma forma, ajudar na efetivação dos seus projetos com design e soluções. 

Eu vou ficando por aqui, mas antes, tenho uma sugestão para você: o conteúdo deste artigo está disponível em formato de vídeo. Confira abaixo e saiba mais sobre Design Sprint Remoto. Abraço e até a próxima 👋

Customer Experience: afinal, o que é CX?

Tudo o que você precisa saber sobre Customer Experience e o que ele pode fazer por sua empresa

Por Roque Sales, CX & UX Manager da Zappts

customer experience

O conceito de Customer Experience tem conquistado cada vez mais espaço no mercado e não é para menos, afinal de contas, essa estratégia impacta diretamente o modo como o cliente se sente em relação a uma compra ou marca. 

Mas, apesar disso, boa parte das empresas ainda o ignora ou falha em sua aplicação.  

Para contextualizar, o estudo “Deliver the CX They Expect: Customer Experience Trends” da Acquia, mostrou que 90% das marcas  ainda estão errando o alvo quando o assunto é experiência do cliente.

Como consequência, os resultados desses empreendimentos, principalmente em relação a fidelização, estão sendo seriamente prejudicados.

Boa parte dessas falhas ocorre justamente pela falta de conhecimento aprofundado sobre essa tendência. Por isso, vou explicar neste post o que é Customer Experience e como esse conceito pode ser aplicado de forma eficiente. Confira!

O que é Customer Experience?

Customer Experience é o termo utilizado para toda estratégia voltada a desenvolver uma experiência positiva para o consumidor, aumentando o seu nível de satisfação com o produto e a marca.  

Esse método engloba todas as interações e percepções do cliente em relação a empresa, seus produtos e/ou serviços. 

Ou seja, desde o modo como o consumidor é atendido em uma loja física, até a emoção que ele associa à marca toda vez que compra alguma coisa dela.  

O foco principal do CX é garantir que seus customers, seus desejos e suas expectativas sejam ouvidos e atendidos.  

CX precisa de tecnologia?

Com as mudanças e avanços proporcionados pela Era Digital e a Transformação Digital, o uso de recursos tecnológicos para melhorar a Customer Experience se tornou praticamente obrigatório.

Isso porque a nova geração de consumidores se comporta de maneira totalmente diferente e alguns dados comprovam essa afirmação.  

A pesquisa CXM Index 2019, feita pela Adobe, mostrou que os consumidores entre 18 e 24 anos de idade são exigentes em relação a experiência com a marca e compra.

Eles não querem apenas que ela seja inovadora, mas, também, que atenda suas necessidades.

Outro ponto que o estudo mostrou é que 9 em cada 10 pessoas tomam alguma atitude quando não são bem atendidas, desde contar para os amigos sobre a experiência até avaliar a empresa de forma negativa nas redes sociais.  

Levando em conta esse poder, principalmente na web, é possível afirmar que Customer Experience tem no uso de tecnologias um forte aliado, seja com relação ao desenvolvimento de um aplicativo exclusivo para a empresa ou até mesmo o uso de dispositivos.

Diferença entre Customer Experience e Customer Success

Um erro muito comum entre empreendedores que desejam aplicar Customer Experience no seu negócio é confundir essa estratégia com Customer Success.

Antes de falarmos sobre a diferença entre os dois conceitos, é preciso entender que apesar de homônimos, cada conceito trata de um Customer diferente. Então, vamos lá!

No Customer Experience, o termo se refere ao consumidor. No Customer Success ele se refere ao cliente.

Enquanto a primeira abordagem tem foco na experiência do consumidor, a segunda tem como foco cuidar do sucesso do cliente, em tradução literal.

Isso quer dizer elevar a taxa de satisfação e aproximar esse cliente cada vez mais da marca, inclusive promovendo a fidelização.

Para isso, a estratégia de CS deve antecipar as demandas, dúvidas e problemas do cliente, dando os feedbacks necessários a outros setores da empresa.

Por sua vez, a CX foca em práticas que proporcionam experiências positivas e inovadoras em toda a trajetória do cliente na jornada de consumo, desde o momento que ele conhece a marca até o pós-venda.

Vantagens de praticar CX Management

Ao investir em Customer Experience Management, além de garantir clientes mais satisfeitos, a empresa consegue obter outras vantagens.

Esse tipo de estratégia acaba interferindo também em outros aspectos, considerando o volume de vendas e a quantidade de despesas geradas por uma empresa.

E entre os principais benefícios que se pode conseguir investindo em CX Management estão:

Estímulo à criação de defensores da marca

Quando um cliente está satisfeito e feliz em relação a uma marca ele passa a ser leal e também a divulgar a empresa para terceiros: em outras palavras, o empreendimento é afetado de maneira positiva, uma vez que, dessa forma, o seu público passa a atuar como uma potencial ferramenta de marketing do seu negócio.

Aumenta a receita da empresa

Outra grande vantagem de investir em Customer Experience é que essa estratégia ajuda a aumentar a receita do negócio.

Os clientes satisfeitos tendem a comprar novamente com a mesma marca e a indicá-la para amigos, familiares, conhecidos e colegas de trabalho.

Uma forma simples de avaliar essa questão de influência é verificar o nível de retorno de vendas quando avaliações positivas são feitas por outros clientes em sites e redes sociais.

Fidelização de clientes

Outro benefício de aplicar o conceito de Customer Experience de forma eficiente é que ele também ajuda a evitar o abandono por parte dos clientes.

Um consumidor satisfeito tende a acompanhar a marca sempre até mesmo quando alguns fatores se modificam.

Squads Remotas

Quem se destaca em CX no mercado

Se você busca otimizar a experiência dos consumidores com a sua marca, estudar alguns casos de sucesso pode ser de grande ajuda.

Confira algumas empresas que têm se destacado na aplicação do Customer Experience para melhorar a experiência de marca, garantir maiores níveis de satisfação e outras vantagens.

Nubank

Com um atendimento totalmente personalizado e ações de fidelização diferenciadas, o Nubank se tornou uma referência em suporte ao consumidor.

E muito disso se deve aos recursos tecnológicos utilizados, como o aplicativo ultra eficiente e que conta até mesmo com um chat fácil de usar.

Amazon

A Amazon, que também tem se fortalecido dentro do Brasil, é uma referência em experiência do cliente. A empresa trabalha com várias frentes de inovação, desde a otimização da logística de entrega até melhorias em TI.

Nike

Quando o assunto é fidelização, a Nike também se destaca nesse tipo de estratégia.

Além de estar sempre por dentro das necessidades dos mais variados tipos de clientes (de atletas profissionais até fashionistas), a empresa também trabalha firme com programas de recompensa que ajudam na fidelização.

Isso sem falar nos mais variados aplicativos que ela tem para atender às demandas dos consumidores, tanto para compra como para melhorar a qualidade de vida do seu público.

Conclusão

Garantir uma experiência positiva e bem pensada entre o consumidor e sua marca pode ser um grande desafio, e para vencer esse obstáculo, é essencial buscar ajuda especializada no assunto.

Na Zappts, você encontra um Squad especializado nessa tendência que poderá te dar todo o suporte necessário. Estamos prontos para te ajudar a otimizar o seu negócio melhorando a experiência do consumidor com a sua marca 😀

Para entrar em contato com um de nossos especialistas, é só clicar aqui.

Espero que tenha gostado deste artigo sobre Customer Experience.

Até o próximo artigo!

Squads Remotas: gestão e produtividade

Um guia com as melhores práticas para gerenciamento de Squads Remotas

Por Roque Sales, CX & UX Manager da Zappts

Squads Remotas

Quando precisamos garantir que as operações sigam remotamente, é preciso esforço, paciência e principalmente, criatividade.

Desenhar uma operação coordenada, com comunicação fluída e as ferramentas certas pode ser um desafio. 

O gerenciamento de Squads Remotas requer muita curiosidade por parte da gestão. Gerenciar uma Squad de Desenvolvimento Remota é uma das preocupações mais urgentes para a liderança de TI.

Por isso, reuni algumas informações que ajudam muito nesta transição do off para o on-line.


Squads Remotas – do conceito à aplicação: é o que você vai conferir neste artigo!

Squads Remotas

A Statista, um dos bancos de dados estatísticos mais acessados do mundo, publicou uma pesquisa interessante. Ela destaca que aproximadamente dois terços das empresas de desenvolvimento de software têm migrado para o modelo de Squads Remotas.

Em um mercado tão acelerado como o de TI, é vital manter o time com a máxima eficiência, inclusive remotamente.

Como resultado, existem inúmeras vantagens de trabalhar com Squads Remotas

  • Você pode escalar a capacidade de entregas de projetos;
  • Acelerar a Transformação Digital de sua organização;
  • Expandir a área de atuação da sua empresa;
  • Contratar profissionais qualificados de qualquer lugar, aumentando a diversidade e leque de capabilities de seu time.

O grande desafio é gerenciar uma equipe remota e garantir a qualidade das entregas para os clientes. Dessa forma, se você se pergunta como aproveitar melhor todo o potencial do seu time, tenho boas notícias!

Neste artigo, separei uma série de dicas e ferramentas para gerenciar Squads Remotas de forma efetiva e bem sucedida. Acompanhe!

Gestão de Squads Remotas

Aqui na Zappts, temos evoluído cada vez mais o modelo de desenvolvimento de soluções inovadoras de tecnologia da informação. 

Entregas de qualidade com velocidade para atender às demandas estratégicas de negócios. A partir desta demanda, criamos um modelo de desenvolvimento que utiliza das melhores práticas e ferramentas de mercado.

Para que esse modelo funcione, é necessário garantir a formação e consolidação de 3 pilares fundamentais: Cultura, Processos e Ferramentas

Squads Remotas - como gerenciar

Cultura

A cultura é um dos principais pilares que garante o sucesso do modelo. O mais importante é que o time tenha a mesma motivação, visão e engajamento no alcance de resultados. 

É fundamental que todos os envolvidos no modelo vivam a mesma cultura para a aderência e a evolução do processo. 

A importância da cultura organizacional é um tema cada vez mais discutido no mercado. 

Empresas como a Google são famosas por terem uma forte cultura interna. Esse aspecto revela muito sobre a importância da cultura organizacional não apenas dentro das organizações, como em todo mercado.

Os princípios para a aplicação da cultura organizacional são:

  • Transparência;
  • Comunicação Clara;
  • Alinhamento de Objetivos e Expectativas;
  • Autonomia;
  • Responsabilidade;
  • Comprometimento;
  • Confiança.

Processos

Esse pilar é de fundamental importância para assegurar a continuidade e a evolução do modelo de gestão de projetos. 

A aderência aos processos definidos faz com que a qualidade, motivação e o engajamento dos envolvidos sejam mantidos. Desde a concepção até a entrega do produto final. 

Framework Ágil/Scrum

A metodologia de Desenvolvimento Ágil viabiliza um planejamento contínuo, assim como testes e integração contínuas, e isso proporciona: 

  • Entregas rápidas de valor para o negócio;
  • Resposta rápida para imprevistos e mudanças;
  • Colaboração do cliente;
  • Integrações entre pessoas;
  • Aumento da produtividade;
  • Otimização do investimento;
  • Aumento da velocidade de lançamento. 

Alocação de Squads Remotas

Para um modelo de entregas contínuas, a alocação de Squads Ágeis é o mais recomendado para soluções End-to-End. 

A gestão é feita pelo parceiro de tecnologia. De forma transparente, é preciso eliminar a complexidade e burocracia da administração de recursos individuais. Isso possibilitando mais velocidade e escalabilidade de desenvolvimento.

Modelo de Capacidade

A Squad Ágil em um Modelo de Capacidade é projetada para atender demandas contínuas de entrega de valor ao cliente. Envolve níveis variados de arquitetura de solução, desenvolvimento, experiência do usuário, controle de qualidade e gerenciamento de entrega.

A Squad é personalizável e pode mudar dependendo dos requisitos e da demanda. Ela permanece junta e amadurece com a progressão da demanda. Como resultado, mantém um fluxo de Entregas Contínuas e garantindo a retenção do conhecimento tecnológico.

Ferramentas

Se você já trabalhou com Squads Remotas, certamente deve ter se deparado com algum desafio de comunicação. Você envia um e-mail, espera, espera um pouco mais, e então, finalmente, obtém uma resposta.

Muitas vezes a resposta não chega com a informação necessária ou esperada. Com isso, você sente que eles não estão entendendo você.

Veja, isso acontece até mesmo com equipes locais, mas pelo menos com eles, você pode ir e conversar pessoalmente. 

Aprender a gerenciar equipes remotas se resume aos mesmos princípios de uma equipe local. A única diferença é que você precisa contar com a tecnologia como sua principal aliada nas comunicações diárias. 

Embora não seja tão fácil quanto ir até a mesa da pessoa, com as ferramentas certas, é possível resolver esta questão.

E essas são as minhas ferramentas favoritas:

Jira

O Jira é um conjunto completo de ferramentas para Gerenciamento de Projetos Ágeis.

Com recursos para planejamento e análise de demandas, permite definir objetivos claros  ​e acompanhar o progresso dos mesmos. O Jira é altamente personalizável e funciona para qualquer uma das Metodologias Ágeis. 

Existem outras ferramentas excelentes para gestão de atividades. Vale aqui uma menção honrosa ao Trello, que oferece de forma gratuita um pacote de funcionalidades excelente. O Trello atende muito bem às necessidades de gestão de atividades de Squads Remotas.

Confluence

O Confluence é um poderoso sistema colaborativo de gerenciamento de documentos. Ele possibilita a visualização e edição de documentos compartilhados por várias pessoas simultaneamente.

Funciona para projetos de todos os tamanhos e faz interface perfeita com o Jira. Como resultado, possibilita o relacionamento de documentos aos diversos artefatos, como user stories, épicos, bugs, etc. 

XRay

O XRay é uma ferramenta de gerenciamento de testes que se integra diretamente ao Jira


Com equipes de desenvolvimento e teste trabalhando na mesma ferramenta, gerencia e controla o processo de testes em homologação. O XRay pode integrar as ferramentas de testes automatizados, entre elas, o Cucumber, Selenium e Junit.

Slack e Zoom

Slack e Zoom são aplicativos excelentes para manter o time conectado. 

O Slack é um conjunto de ferramentas de software de colaboração em equipe e serviços online baseados em nuvem. É o favorito dos times de desenvolvimento por ser uma plataforma amigável e com diversos recursos. 

O Zoom possui a facilidade das vídeo e áudio chamadas de forma simples e objetiva. 

Algumas alternativas muito utilizadas também são Hangouts e Whereby.

Outra ferramenta muito interessante para comunicação em equipes é o Discord.

Criada para a comunidade Gamer, se mostra super eficaz para facilitar a comunicação entre equipes. O Discord oferece a vantagem de simular espaços físicos para manter a interação entre os membros das Squads mais próximos.

Portanto, você pode optar por uma ou mais dessas ferramentas. Independente da solução utilizada, o importante é que os integrantes das Squads Remotas estejam sempre conectados.

Squads Remotas

As vantagens de trabalhar com Squads Remotas

Adotar um modelo de trabalho com times remotos permite que as empresas absorvam mais projetos de forma ágil e escalável.

Entre as vantagens de se trabalhar com um time remoto podemos destacar:

  • Escalabilidade;
  • Agilidade na contratação e Ramp-up de times de desenvolvimento;
  • Economia de recursos;
  • Possibilidade de trabalhar com parceiros e profissionais de vários lugares;
  • Diversidade de ideias, competências e experiências;
  • Maior foco nas entregas;
  • Baixa interferência e ruídos;
  • Alta produtividade.

Para conhecer mais sobre essas vantagens, acesse este eBook: Como Acelerar a Transformação Digital da Sua Empresa com Squads Remotas

Aspectos importantes sobre a produtividade do time

Use o Scrum em prol do time

Optar por um modelo de trabalho ágil como o Framework Scrum permite uma série de ferramentas. Sendo assim, usar o Scrum em prol do time e do negócio é uma grande sacada.

Acompanhe as atividades: Daily Meetings

Novamente, a comunicação é a chave para o sucesso no desenvolvimento. Isso vale para qualquer tipo de esforço de grupo e ainda mais para o nosso time remoto. 

Ao garantir que todos da equipe conversem diariamente, mantemos as informações fluindo para que todos saibam o que está sendo trabalhado e como cada um está colaborando.

Garanta as metas: Sprint Planning

Planejamento é a base para qualquer tipo de negócio. O planejamento das atividades da sprint é vital para o sucesso da equipe e o bom andamento do projeto. 

Feedback: Sprint Retrospective

Um dos rituais mais importantes de uma sprint, a Retrospectiva é fundamental para acertar o tom. Em outras palavras, para corrigir, ajustar e reconhecer o trabalho da equipe.

Assim, o time ganha maturidade, confiança, senso de urgência e comprometimento com o cliente e com a equipe. Exercitar essas variáveis estimula a transparência e fortalece a qualidade da comunicação.

Energia e motivação

Agora que já sabemos como interagir de forma efetiva com nossa Squad Remota, é fundamental manter a equipe motivada. 

E o que podemos fazer para garantir isso? Como fazer para potencializar as qualidades e vantagens que a sua Squad pode oferecer?  

A resposta é simples: lembre-se do fator humano. Apesar de se conectar virtualmente, a Squad é formada por pessoas reais e elas precisam ser adequadamente gerenciadas e motivadas.

Podemos fazer isso da mesma maneira que fazemos com nossas equipes. 

Se você sabe gerenciar localmente, suas técnicas se aplicam aqui também, com algumas modificações.

Algumas pessoas do time podem estar em um fuso horário diferente, ter uma cultura diferente e falar uma língua diferente. Essa é a magia da diversidade.

E para motivar nossa Squad Remota podemos seguir alguns princípios, veja só:

Defina objetivos

É fundamental definir metas claras e acionáveis para todos os membros das Squads. 

Se você não definir expectativas concretas, não deverá esperar resultados concretos.

Promova o sentimento de time

Os profissionais remotos são mais do que meros fornecedores; eles são parte integrante de suas operações de desenvolvimento. É fundamental garantir o Sentimento de Time.

Reconhecimento

As pessoas anseiam por reconhecimento e uma equipe remota de sucesso precisa ser reconhecida tanto quanto qualquer outra. 

Quando os desenvolvedores entregaram algo particularmente impressionante ou se atingirem o objetivo antes do previsto, parabenize-os, individual e coletivamente!

Compartilhe os objetivos e metas da empresa

Provavelmente, seus desenvolvedores e times remotos não têm o mesmo conhecimento sobre o seu negócio que você. Então, compartilhe com eles sobre os objetivos e metas da empresa!

Se o seu projeto se sair bem, seu time remoto deve ganhar reconhecimento e recompensas como você. Os membros da sua Squad Remota precisam saber que também fazem parte desse sucesso!

Nossos Desafios: Problemas comuns e como evitá-los!

Vou listar alguns desafios que podem surgir quando trabalhamos com Squads Remotas e as possibilidades de soluções para cada situação. Acompanhe!

Falta de Transparência

Desafio: sua equipe remota é uma caixa preta: você fornece instruções e recebe o código de volta? Você não sabe o que acontece no meio dos processos e teme que existam problemas ocultos?

Solução: ter um processo de DevOps bem implementado. Processos de QA e Compliance bem estruturados e garantir a ocorrência de Peer Review. Se as equipes verificarem o trabalho uma das outras como deve ser feito, isso nunca será um problema.

O projeto não está de acordo com o esperado

Desafio: tudo parece estar indo bem, mas quando você atinge um marco no desenvolvimento, o resultado não é o esperado. Pode estar faltando os principais recursos ou podem estar fazendo algo que você nunca pediu. O ponto é que não é exatamente o que o cliente queria.

Solução: novamente, garantir o funcionamento dos processos Scrum é fundamental para sanar esse desafio. Stories bem escritas, Grooming bem realizadas e a visão da sprint bem definida. Tudo isso será de suma importância para o sucesso do projeto.

Falta de Comunicação

Desafio: apesar de suas instruções cuidadosas, seus times locais e remotos simplesmente não trabalham juntos. Talvez o trabalho seja feito de qualquer maneira e sabe-se que poderia ser muito mais eficiente se eles trabalhassem juntos. Os pedidos de informações ficam sem resposta ou são mal interpretados. O trabalho está sendo duplicado e os gerentes estão arrancando os cabelos.

Solução: atenha-se às cerimônias ágeis. O Scrum é construído desde o início para facilitar a comunicação, e principalmente em equipes remotas, elas são incrivelmente eficazes. A comunicação é o fator mais crítico para o sucesso. 

Não devemos fazer suposições. Devemos fazer muitas perguntas para entendermos e sermos entendidos, criando um ambiente aberto para a equipe falar abertamente. É fundamental incentivar a participação de todos, independentemente de sua experiência ou posição.

Lentidão

Desafio: “Todo mundo está tão lento!” ou “Os e-mails entram em um buraco negro. Temos a impressão que o projeto não tem a prioridade adequada da equipe de desenvolvedores. Eles têm talento e o trabalho é bom quando finalmente chega. Porém, a jornada por lá é tão árdua e os clientes estão começando a perguntar sobre os atrasos.”

Solução: aqui, o Scrum é fundamental. As métricas e indicadores são ferramentas de monitoramento e o processo é um dos pilares para o funcionamento do modelo. É fundamental promover um ambiente para todos os membros das equipes, remotos ou locais. 

Usar técnicas de formação de equipes e visitar as instalações remotas são ações muito importantes.

Conclusão

A gestão eficaz de Squads Remotas é um desafio real e imediato. Envolve a garantia, a qualidade das entregas, a otimização dos processos e o aproveitamento de todo o potencial do time.

Porém, com uma cultura sólida, processos bem definidos e as ferramentas certas, o sucesso estará muito mais perto!

É claro que para alcançar tudo isso é preciso dar o primeiro passo. Escolher o parceiro de desenvolvimento ideal será o fator determinante. 

Afinal, o objetivo é usufruir de todas as vantagens de se trabalhar com Squads Remotas, certo? 

Se você procura parceria em sua jornada de Transformação Digital ou no Desenvolvimento de Soluções Digitais, conte conosco! Clique aqui e conheça melhor a Zappts. Vamos mostrar o caminho para o sucesso dos seus projetos de Tecnologia e Transformação Digital.

Espero que tenha gostado deste artigo. Compartilhe com os amigos e até a próxima!

UX: O que você precisa saber para estar um passo à frente na era da experiência

Responsável pela interação entre um indivíduo e um produto, serviço ou marca, o User Experience (no português, Experiência do Usuário) é o conceito que se tornou indispensável em aplicações e nos negócios digitais.  

Responsável pela interação entre um indivíduo e um produto, serviço ou marca, o User Experience (no português, Experiência do Usuário) é o conceito que se tornou indispensável em aplicações e nos negócios digitais.  

O termo nasceu na década de 90 e foi cunhado por Donald Norman, enquanto trabalhava na Apple. A ideia perpassa por toda a jornada do cliente com o produto ou serviço desde o primeiro contato entre eles até o consumo, considerando a aceitação e rejeição dele.

“Na década de 70, a experiência dos usuários com o produto era muito fraca. Eles compravam o computador, mas era muito grande para colocar no carro. Quando abriam a caixa dele em casa, era assustador, ninguém conseguia montar aquilo”, conta Normam em vídeo.

Depois dessa explicação, fica fácil entender que no User Experience, como o próprio nome em inglês sugere, o foco está no usuário. Por isso, neste artigo, te ensinaremos a definir as características deste usuário, explicar a importância do UX e as diferenças entre o UX e o User Interface (UI) e a aplicação da acessibilidade com UX. 

Como definir o usuário

Para construir um caminho sólido, mas ao mesmo tempo adaptável às mudanças de comportamento do usuário, é fundamental conhecer como ele age a determinada ação, além, é claro, de conhecer suas necessidades. 

O ponto de partida é sempre a pesquisa e não é só para saber a idade, sexo ou onde ele mora ou o nível de instrução que ela tem. É preciso ir além e saber o que leva uma pessoa a usufruir daquele produto ou serviço. 

Quando os smartphones se tornaram o dispositivo principal utilizado para acessar a internet, a forma de se desenvolver páginas web e aplicativos mudou drasticamente, tanto na forma do conteúdo quanto na tecnologia para tudo funcionar. 

Essas mudanças são identificadas a partir de testes e pesquisas, que devem estar em constante atualização. Não custa nada lembrar que o comportamento do usuário muda a todo momento, por isso, as ferramentas e tecnologias precisam acompanhar essas transformações e a pesquisa tem um papel muito importante neste processo. 

Por que UX é importante?

E você já parou para pensar por que o cuidado com a experiência do usuário (UX) é importante? Como já mencionamos, o usuário direciona todo o desenvolvimento do produto ou serviço, a fim de impactar diretamente em sua aceitação e engajamento.

O UX está conectado ao sentimento que usuário tem com o produto, desde o momento em que se relaciona com ele a primeira vez na vitrine de uma loja física ou no e-commerce. 

Pense em algo que você comprou. Quando ouviu pela primeira vez, achou interessante e resolveu pesquisar mais sobre ele.

Você com certeza quis saber se valia a pena. Em determinado momento, decidiu comprá-lo, mas antes, sua proximidade com ele aumentou e você começou a imaginar como seria seu cotidiano com aquele produto. 

Quando você comprou, já sabia como ia transportá-lo, em que lugar e momento ele seria utilizado e, principalmente, pensou na diferença que ele ia fazer na sua vida seja profissional ou pessoal.

Tudo isso faz parte da experiência do usuário ou cliente. A partir desse princípio, percebemos que, ao pensar em todos esses detalhes, fica bem mais fácil imaginar como construir um produto de qualidade. 

Quando o UX design é aplicado, você tem uma visão, mesmo que mínima, dos sentimentos despertados no seu cliente e pode criar oportunidade a partir deles. Tudo isso gera um maior engajamento entre os clientes e seu produto ou marca. 

Diferença entre UX e UI

Se você está iniciando na área do desenvolvimento de software já deve ter encontrado por aí outro termo que muitos confundem com o UX, é o UI (User Interface). Fique tranquilo, essa confusão é bem comum, até porque existe uma relação muito grande entre os dois. E é isso que vamos explicar.

Enquanto o UX cuida da experiência do usuário, a UI desenvolve a interface do produto ou serviço com base no levantamento realizado pelo UX design, a fim de proporcionar a melhor experiência ao usuário.

Isso quer dizer que a UI está ligada aos aspectos físicos do produto, tudo que o usuário terá contato, ou seja, a parte prática do projeto.

Mesmo que o trabalho seja imenso, nunca se esqueça que o foco está sempre no usuário, o UI constrói a interface entre ele e o produto, utilizando de todos os recursos disponíveis e necessários a fim de atender suas expectativas.

Como deu para perceber,  a User Interface é o que vai dar a cara e a maneira de agir com o produto e assim chegar ao melhor resultado. Por isso, é possível dizer que a UI é a ponte entre a UX e o usuário.

UX e acessibilidade

A acessibilidade é um fator que deve ser constantemente observado no User Experience? Quem pensa que acessibilidade está ligada a apenas aspectos arquitetônicos de um produto ou serviço, saiba que ela vai muito além e o UX tem tudo a ver com isso.

A acessibilidade é um conjunto de processos e condições que visam diminuir qualquer tipo de barreira entre o usuário e ambiente que limita a participação dele.

Na prática, se o usuário não conseguir usufruir do produto de alguma forma, a experiência não foi agradável e completa. Essas barreiras podem ser encontradas de algumas maneiras como: arquitetura do produto, além da forma de comunicação com ele, o que inclui o acesso à informação de imagens, áudio ou texto.

Outro ponto importante no quesito acessibilidade é o método que o produto pode ser usado. Dentro do UX é preciso se pensar quais as formas que o usuário com alguma deficiência física, motora, sensorial ou intelectual vai poder utilizá-lo.

O UX precisa sempre considerar como aquele usuário experimenta também o mundo a sua volta,  o que torna às vezes necessário pensar em um instrumento para auxiliar no uso desse produto. Tudo isso, pode ser levantado durante o desenvolvimento na UX, com foco no conforto e autonomia.

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