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O novo normal e o novo profissional de TI

Transformação Digital, desafios e oportunidades: entenda a nova realidade para os profissionais da tecnologia

Por Roque Sales, CX & UX Manager da Zappts

O novo cenário de atuação para os profissionais de TI apresenta desafios e oportunidades, tanto para quem já trabalha como aos que desejam ingressar na área. 

Tudo por conta dos avanços acelerados pela Transformação Digital, que impulsiona a criação de soluções interativas para negócios, de forma a otimizar a experiência do usuário com aplicações práticas e seguras. 

Neste contexto, o “novo normal” está relacionado diretamente ao que as empresas TI esperam dos profissionais e como elas estão direcionando suas atividades para o nível de excelência, algo que, consequentemente, exigirá competências específicas e multidisciplinares.

O novo normal e o novo profissional de TI

O conteúdo deste artigo aborda os seguintes assuntos:

  • O novo mercado de trabalho que se forma impulsionado pela Transformação Digital;
  • Os desafios da aprendizagem contínua;
  • Teoria U e Taxonomia de Bloom;
  • Mudanças na área de TI e oportunidades.

Compartilhar conhecimentos, experiências e perspectivas. Em meio à tantas novidades promovidas no universo digital, é preciso manter-se atualizado e apto para atuar em um cenário cada vez mais tecnológico e multifacetado. 

O novo normal

Diversos acontecimentos têm acelerado a Transformação Digital nas empresas, como o próprio avanço da tecnologia, o desenvolvimento de aplicativos e o aumento do e-commerce são apenas alguns fatores que configuram o que muitos estão chamando de “o novo normal”.

Mas esse conceito ganhou força no primeiro semestre de 2020, em função dos impactos da pandemia do novo coronavírus, COVID-19, em todos os setores da sociedade. Com o isolamento social como medida de evitar a propagação do coronavírus, empresas precisaram aplicar estratégias digitais para a continuidade dos negócios e segurança de seus colaboradores. 

Os meios e modos de trabalho, negócios e interações humanas estão sendo modificados continuamente, mas é com a tecnologia que essas mudanças são acentuadas, e por isso, o novo normal apresenta-se cada vez mais digital, interativo e intuitivo. 

Antes da pandemia do novo coronavírus, o Home Office já funcionava para muitas empresas, mas estudos apontam que o trabalho remoto deve crescer até 30% após o período de isolamento social e retomada das atividades.

Dessa forma, empresas 100% Home Office devem surgir nos próximos anos ou migrar para a modalidade remota, como é o caso do Twitter. 

O CEO da rede social, Jack Dorsey, informou por meio de comunicado interno que a possibilidade de trabalhar em casa será permanente, mesmo após o fim da pandemia do novo coronavírus.

E qual a importância da tecnologia nisso tudo?

A importância da tecnologia é total nesse “novo normal” que se configura, especialmente para as empresas, que precisam manter seus sistemas seguros, confiáveis e interativos para gerar produtividade e negócios. 

Com a pandemia do novo coronavírus, restaurantes fechados continuaram servindo seus clientes por meio de aplicativos de pedidos e delivery. Escolas tiveram que adaptar aulas presenciais para o online e escritórios passaram a funcionar remotamente, tudo a partir do uso de canais, ferramentas e soluções digitais. 

Os aprendizados gerados pela crise da Covid-19 partem de práticas decorrentes da Transformação Digital, um modelo de negócio usado por organizações para se adequarem ao digital, e no processo de implementação, a organização torna-se moldada pelo digital”. 

Segundo estudo liderado pela Dell Technologies (2019) estima que 85% dos trabalhos que existirão em 2030 serão novos, diversas profissões irão desaparecer, e segundo líderes empresariais entrevistados, 84% espera que seus colaboradores sejam especialistas digitais, e ainda 50% não consegue imaginar como serão os próximos 15 anos do seu segmento.

O relatório, publicado em 2017, aponta que a sociedade deve entrar em uma nova fase de relacionamento com as máquinas nas próximas décadas, e dessa relação, as principais mudanças serão:

  • A tecnologia funcionará como uma extensão das pessoas e ajudará no gerenciamento das atividades cotidianas;
  • As empresas utilizarão tecnologias baseadas em dados para buscar os talentos com as competências adequadas ao redor do mundo;
  • As pessoas terão de aprender em tempo real. As mudanças serão tão rápidas que novas indústrias serão criadas, e assim, novas competências serão requeridas.

Falar do novo normal também requer uma abordagem sobre o profissional que atuará no cenário digital, os desafios e as oportunidades que surgem com o desenvolvimento de tecnologias disruptivas e novas formas de produzir soluções inovadoras e intuitivas. 

Os desafios da aprendizagem contínua 

A internet promove acesso ao conhecimento ao criar uma ambiente que permite compartilhar conhecimento por meio de sites, mídias sociais e canais digitais. 

Se por um lado temos mais condições de aprender acessando conteúdos disponíveis na Web, por outro precisamos filtrar o volume de informações que são apresentadas diariamente na rede.

A aprendizagem contínua é uma cultura em que o foco está na capacidade de empregabilidade para a vida toda em vez de no emprego para a vida toda.

Ou seja: com a aprendizagem contínua, o profissional investe na capacitação necessária para atuar em cargos e empresas diferentes, desenvolvendo competências pessoais e técnicas ao longo de sua carreira.

Portanto, a aprendizagem contínua não se torna um desafio pela escassez de conteúdo, mas pela necessidade de identificar novas ferramentas e práticas alinhadas ao cenário profissional multidisciplinar e tecnológico.

Para entender essa realidade, vamos a um exemplo: os modelos novo e antigo de aprendizagem. 

No modelo antigo, o professor era “detentor do conhecimento”, ou seja, uma espécie de canal para o entendimento de teorias, conceitos e, consequentemente, o desenvolvimento de competências. 

Com o advento de novas tecnologias, meios de comunicação e a facilidade de acesso aos conteúdos digitais, o professor passou de detentor para mediador do processo de aprendizagem, facilitando a conexão dos alunos à rede de aprendizagem por meio de práticas inovadoras e vivências que aproximam a prática da teoria. 

Teoria U 

Por falar em teoria, você certamente já teve contato com algum estudo sobre aprendizado e produtividade, e como estamos falando do “novo normal”, é pertinente compartilhar aqui a Teoria U, que vem justamente de encontro com o assunto deste artigo. 

Ela foi criada por Otto Scharmer, economista americano e professor do MIT. Otto elaborou uma teoria que fornece caminhos para desenhar e conduzir profundos processos de aprendizado coletivo diante de cenários incertos, possível de ser aplicada a qualquer tipo de organização, inclusive num nível individual.

Essência da Teoria U: “presence” (presença) + “sensing” (sentindo) = “habilidade de sentir e trazer ao presente o melhor futuro potencial de alguém”.

Na imagem abaixo, podemos ver os sete passos da Teoria U:

Design Thinking
Fonte: Blueprint

A Teoria U trata de uma jornada. Nela, nos movemos em direção ao mundo externo para depois nos conectarmos ao mundo interno e desenvolvermos a criação de um novo mundo, baseado na clareza de propósito, produtividade e cooperação.

Taxonomia de Bloom

A Teoria U é uma excelente ferramenta para conectar-nos com quem somos por meio da compreensão do nosso passado, ao mesmo tempo em que nos conectamos com o futuro.

Num nível de compreensão mais “microscópico” a Taxonomia do Conhecimento de Bloom pode ser uma excelente ferramenta de apoio ao auto- conhecimento.

Consiste em uma estrutura que organiza hierarquicamente os objetivos educacionais, de acordo com três domínios principais:

  • Domínio cognitivo: conhecimento, compreensão e o pensar sobre um problema ou fato (aplicação, análise, síntese, avaliação);
  • Domínio afetivo: trata de reações de ordem afetiva e de empatia (recepção, resposta, valorização, organização, internalização de valores);
  • Domínio psicomotor: trata de habilidades relacionadas com manipular ferramentas ou objetos (percepção, resposta conduzida, automatismos, respostas complexas, adaptação e organização).

De forma resumida, a Teoria U e a Taxonomia de Bloom estão relacionadas à definição de propósitos para a aprendizagem e como o processo de aquisição contínua de conhecimento pode se dar de maneira produtiva, conectando o indivíduo a um caminho que “faça sentido” para que a transformação (no melhor sentido da palavra), de fato, ocorra

Mudanças na área de TI e oportunidades

O setor de tecnologia está em constante mudança, com o surgimento de novas ferramentas de trabalho, processos ágeis e serviços inovadores.

Essa realidade tem exigido cada vez mais dos profissionais: mais conhecimentos, mais habilidades e mais criatividade, tudo isso ligado a um cenário de desafios e muitas oportunidades. 

As fronteiras entre as áreas de negócios e tecnologia estão cada vez são mais tênues, com Inteligência Artificial, Data Science e IOT em ascensão. 

Além de todos esses fatores, não podemos deixar de mencionar a evolução constante de Desenvolvimento de Software, integração de sistemas e segurança, em processos mais dinâmicos.

Falando de mudanças e oportunidades no setor de TI, chegamos a um ponto fundamental de discussão: o perfil do profissional “mais disputado”. Então, vamos começar falando de soft skills.

Toda profissão exige competências técnicas específicas, que são adquiridas com estudo, desenvolvimento de projetos, pesquisas, treinamentos e muitos outros processos. 

Porém, é muito importante que além desse tipo de preparo, o profissional também busque aprender soft skills, que são habilidades e competências relacionadas ao comportamento humano. 

Quer um exemplo de soft skill extremamente importante para qualquer área: inteligência emocional. Sim, saber lidar com as próprias emoções e usar a energia para algo produtivo são grandes diferenciais para o alcance de objetivos, a colaboração no trabalho em equipe e o estímulo da criatividade.

Acabei citando mais duas soft skills muito buscadas em profissionais de TI (colaboração e criatividade), então, aqui vão mais algumas que merecem atenção e investimento:

  • Pensamento analítico: capacidade de sugerir soluções e ideias inovadoras, além de resolver problemas complexos por meio do raciocínio e da lógica.
  • Liderança: está relacionada ao poder de inspirar e ajudar os outros a se tornarem profissionais melhores, assumindo responsabilidades e descobrindo potencialidades no trabalho em equipe. 
  • Diversidade e inteligência cultural: respeito e compreensão sobre as individualidades de cada um, buscando uma aproximação de novas culturas e visões de mundo. 

Mentalidade de crescimento, tomada de decisão, comunicação e adaptação são outras soft skills muito valorizadas em setores caracterizados pelo trabalho em equipe e que estão em constante evolução. (TI se encaixa perfeitamente nesse cenário, não é mesmo?).

Outra mudança muito significativa no novo cenário para profissionais de TI é o trabalho com Squads Remotos, uma forma de ampliar as possibilidades de produção com times formados por profissionais de cidades, estados e países diferentes, todos trabalhando nos mesmos projetos. 

Um fato interessante é que cada vez mais as empresas têm ações de retenção e atração além do salário e plano de carreira, e portanto, valorizam os colaboradores que demonstram vontade de crescimento. 

Assim, muitos benefícios e condições são oferecidos, como o trabalho remoto, ambiente de descompressão e eventos de troca de experiências, que são oportunidades enriquecedoras para quem está começando e também, quem possui know how para compartilhar.

Por fim, algumas dicas para quem está se preparando para ingressar na área de TI ou buscando novos desafios profissionais, diante desse novo normal:

  • Invista ao máximo em conhecimento: seja um profissional multidisciplinar e esteja disposto a aprender sem mais;
  • Cultura organizacional: entenda as diferenças de costumes como algo agregador e some ao time trazendo um pouco da sua bagagem acadêmica e em outras experiências no ambiente profissional;
  • Desenvolva a criatividade: a busca por profissionais criativos é cada vez mais intensa. Problemas todas as empresas têm, e as soluções surgem de ideias inovadoras, que nascem da vontade de fazer a diferença somada ao propósito de agregar valor ao produto ou serviço desenvolvido. 

Conclusão

Como você pode conferir , o novo normal exigirá mais entrega e busca do profissional por qualificação, preparo e adaptação às constantes mudanças do mercado, e a pergunta que tenho a fazer agora é: Are you ready for this?

Espero que tenha gostado desse conteúdo e possa utilizá-lo como guia em sua jornada profissional, que certamente, terá muitos desafios e grandes oportunidades. 

Confira no vídeo sobre o tema tratado aqui “O novo normal e o novo profissional de TI”, e até o próximo artigo!

Design Sprint Remoto – Será que funciona?

 Acompanhe o artigo e saiba como realizar o Design Sprint Remoto

 Por Roque Sales, CX & UX Manager da Zappts

 Design Sprint Remoto

 Design Sprint tem tudo a ver com inovação. Podemos dizer que é um sistema ou método passo a passo para resolver grandes problemas e testar grandes ideias.

 Esse método foi criado pelo Google em 2016, tendo como idealizador o designer Jack Knapp. Ele basicamente pegou todo o mindset e filosofia do Design Thinking e consolidou em um processo de 5 dias, criando assim o método que conhecemos como Design Sprint.

O processo é aplicado para testar ideias e validá-las antes do desenvolvimento da solução. Dessa forma, é possível testar um protótipo com usuários reais e ter um retorno da sua funcionalidade e experiência de uso.

E a materialização da ideia no Design Sprint é construída em equipe com profissionais de áreas diferentes da empresa, que solucionam juntos os desafios e resultados de cada etapa do processo.

 Design Sprint

Design Sprint e Design Thinking

 O Design Sprint é baseado no Design Thinking e podemos entendê-lo pela seguinte definição:

 “Design Sprint é um processo de cinco dias para resolver grandes problemas de negócios por meio do design, prototipagem e teste de ideias com clientes” – Jack Knapp.

 Design Sprint Tim Brown, designer e autor do livro “ Design Thinking – Uma Metodologia Poderosa Para Decretar o Fim Das Velhas Ideias” (2009), define o Design Thinking como uma abordagem centrada no ser humano para inovação, que se baseia no kit de ferramentas do designer para integrar as necessidades das pessoas, as possibilidades da tecnologia e os requisitos para o sucesso dos negócios”.

Design Thinking corresponde, assim, às ferramentas e combinações de design para a criação e inovação, pressupondo que o profissional conheça e saiba como aplicá-las em projetos.

 

 Design Thinking

 Design Sprint é o passo a passo, tal como uma receita. Corresponde a um processo definido em etapas, nas quais o Design Thinking está incorporado.

 O processo

 O processo de Design Sprint tem começo, meio e fim.

 São 5 dias de trabalho em equipe, com profissionais de diferentes áreas envolvidos no desenvolvimento da solução.

 No primeiro dia, é feito o mapeamento do problema/desafio, por meio de entrevistas e do levantamento de necessidades da empresa. É a parte da coleta de informações que dão base para a definição do objetivo do processo.

No segundo dia, começam a ser elencadas as possibilidades e ideias de como o problema/desafio pode ser solucionado. O time “literalmente” desenha as estratégias e soluções.

Depois, no terceiro dia, a equipe escolhe qual ideia será trabalhada por meio de um protótipo. Essa escolha é realizada em forma de votação, para que todos participem e contribuam com argumentos e análises. 

O quarto dia é dedicado para a criação do protótipo, considerando a jornada do usuário. O protótipo é testado e validado por usuários reais, e então, o processo de Design Sprint é concluído, com a entrega da ideia de um produto ou solução em um prazo de 5 dias.

Dessa forma, o Design Sprint “tangibiliza” uma ideia e dá respostas sobre a sua aplicação.

Benefícios do Design Sprint

A ideia do Design Sprint é trabalhar e validar uma ideia em um curto espaço de tempo. Após a realização de testes, é possível ter uma visão se vale a pena continuar o seu desenvolvimento.

Como resultado, a empresa consegue planejar o investimento na solução e pode considerar uma perspectiva de experiência do usuário.

Sem falar nos insights gerados nos primeiros dias do processo. A quantidade de conteúdos e ideias compartilhadas podem ser de grande utilidade para a criação de projetos e melhorias.

Outro benefício do Design Sprint é o trabalho colaborativo, reunindo profissionais de diferentes áreas em torno de um mesmo propósito.

Assim, a empresa trabalha sua identidade e conta com as percepções de seus colaboradores para criar produtos e serviços únicos. Isso fará uma grande diferença na escolha do usuário final.

Design Sprint Remoto

 Design Sprint Remoto Zappts

 

Como fazer Design Sprint Remoto?

O Design Sprint é um processo desenvolvido por meio do trabalho em equipe.

O grande desafio do Design Sprint Remoto é manter a energia, interação e conexão do time ao longo das etapas. Além disso, o uso de algumas ferramentas tornam essa possibilidade viável

E falando em ferramentas, serão necessárias basicamente duas para fazer o Design Sprint Remoto. São elas as de videoconferência, para a comunicação e interação, e witheboard, para o trabalho colaborativo.

Respectivamente, utilizamos o Zoom e o Miro como ferramentas no processo de Design Sprint Remoto. 

Agora, vamos a algumas observações muito importantes:

Quantidade de participantes

O Design Sprint é realizado com uma equipe multidisciplinar. No modo remoto, o ideal é realizá-lo com no máximo 7 participantes, garantindo produtividade e organização na condução do processo.

Manter a câmera ligada o tempo todo

A câmera deve estar ligada durante a realização das etapas do Design Sprint, para uma visão da participação de todos os envolvidos e percepção do entendimento sobre os objetivos do processo. 

Tempo de duração das atividades 

No modo remoto, é importante definir o tempo de duração das atividades para que o Design Sprint não se torne um processo cansativo. É legal incluir exercícios “quebra gelo”, ou seja, dinâmicas e interações que promovam o entrosamento dos participantes, como por exemplo, pedir para que alguém conte uma curiosidade sobre si que os demais não saibam.

Acordo de participação

As possibilidades de distração no Design Sprint Remoto são muitas.

Estar online, próximo ao celular e no ambiente doméstico são fatores que podem desviar a atenção do processo, por isso, a dica é que, logo no início, no primeiro dia do Design Sprint, todos façam um acordo, ou “contrato”, de como seguirão ao longo de todo o workshop, por exemplo, mantendo o foco, a atenção e o engajamento sem julgamentos, e que participarão mantendo as câmeras ligadas e outros dispositivos desligados, contribuindo em todas as etapas.

Papel do facilitador

Um bom facilitador será de vital importância para o sucesso do Design Sprint Remoto.

Conduzindo as atividades, motivando as participações e orientando sobre a conclusão de cada etapa do processo. O facilitador deve saber com propriedade como o Design Sprint funciona e como aplicá-lo.

Um dos objetivos de um facilitador é garantir que a equipe esteja tendo discussões proveitosas, que toda a equipe está sendo entendida, respondendo às perguntas certas e que tudo está acontecendo dentro do tempo ideal.

Um bom facilitador deve:

  • Garantir que toda a equipe é produtiva e presente;
  • Guiar o time em pontos difíceis de tomada de decisão;
  • Ajudar a visualizar seu projeto com uma nova perspectiva;
  • Alavancar uma variedade de ferramentas para obter respostas concretas.

Sobretudo, a responsabilidade do facilitador no processo de Design Sprint Remoto é de manter a energia e conexão entre os participantes, pois esse fator será o grande diferencial para que, de fato, a equipe produza o melhor resultado possível para a solução do problema/desafio proposto. 

 

Design Sprint Remoto Zappts

Legenda: equipe de UX da Zappts junto ao time da Anheuser-Busch InBev, facilitando uma sessão de Design Sprint Remoto.

Conclusão

O tema deste artigo está em formato de pergunta e questiona sobre a funcionalidade do Design Sprint Remoto. Pois bem …

Com base nas experiências que tivemos e dos resultados obtidos, posso dizer que “SIM”! O Design Sprint Remoto funciona, e conforme apresentado, configura uma alternativa que pode ser extremamente interativa e produtiva. 

É importante as dicas sobre a quantidade de participantes, o tempo das atividades e todas as outras que listei, pois, no modo remoto, o facilitador terá papel fundamental para a que o resultado do processo seja satisfatório, e mais ainda: que produza nos participantes um sentimento de colaboração e importância para o time. 

Espero que você tenha gostado de saber um pouco mais sobre Design Sprint e Design Thinking e que este conteúdo possa, de alguma forma, ajudar na efetivação dos seus projetos com design e soluções. 

Eu vou ficando por aqui, mas antes, tenho uma sugestão para você: o conteúdo deste artigo está disponível em formato de vídeo. Confira abaixo e saiba mais sobre Design Sprint Remoto. Abraço e até a próxima 👋