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Zappters Protagonistas – Episódio #6: Da fábrica para o desenvolvimento de software.

Episódio #6: Lucas Santos.

Bem-vind_ ao Zappters Protagonistas!

Nesta série você tem a oportunidade de conhecer a história dos talentos da Zappts, empresa 100% remota focada em projetos de transformação digital de grandes marcas.

Você perdeu nosso último episódio? Confira a história da Thau no Episódio #5: O melhor da vida é aproveitar a vida.

Quer conhecer nossas vagas? Então, clique aqui.


Nosso entrevistado da semana foi o Lucas Santos, desenvolvedor front-end mobile da Zappts. 

Durante o ensino médio, Lucas estudava mecânica e tinha o sonho de trabalhar em uma famosa fábrica da região de São José dos Campos. 

“Ao terminar o colégio, fiz curso técnico em mecatrônica e consegui meu tão sonhado posto na linha de produção de uma indústria.”

Ele nos contou que era um trabalho muito duro. 

“Eu trabalhava 6 dias por semana, acordava às 5 horas da manhã e vivia cansado.”

Lucas percebeu então que era hora de sonhar mais alto, e se dedicar aos temas relacionados à computação, sua paixão desde menino.

Nosso Zappter Protagonista fez vestibular e passou para uma faculdade privada da região para estudar Ciência da Computação. 

“O curso não era barato e o dinheiro era curto, o que me fez descontinuar o ensino superior.”

Mas será que isso desanimou nosso protagonista? Não.

Com muita determinação e empenho, Lucas, em seus plenos 23 anos, começou a fazer cursinho para garantir uma vaga em uma instituição pública, gratuita, e de muita qualidade da região do Vale do Paraíba.

“Eu voltava do trabalho e ia pro cursinho. Lembro que tomava cápsula de cafeína e guaraná pra aguentar essa maratona de trabalho braçal durante o dia e estudo à noite.”

“Quando passei no vestibular fiquei muito feliz. Fui o primeiro da minha família a cursar o ensino superior.”

Lucas nos contou que foi muito difícil convencer sua família, em especial seu pai, quando decidiu largar seu emprego para focar na faculdade. 

“Na época era algo inimaginável eu largar meu emprego pra focar nos estudos, mas depois que eu consegui meu primeiro emprego, meu estágio na Zappts, toda a minha família percebeu que valeu a pena aqueles anos de sacrifício.”

Nosso protagonista teve muita dificuldade com cálculo, reprovado 2 vezes na faculdade.

“Matemática Discreta era até que de boa, mas Cálculo… difícil viu?!“

Lucas nos contou que sempre foi muito introvertido, o que o prejudicou um pouco para fazer amigos durante a faculdade.

“Sempre fui meio nerdão, jogador de videogame raiz, sabe?”

Fã de jogos eletrônicos, Lucas tem uma tattoo do triforce, do Zelda, na perna.

De Atari à Playstation, nosso protagonista já jogou de tudo nessa vida.

“Joguei muito Super Nintendo, Wii e PlayStation. Sou da época em que se alugava fita de jogos na locadora. Já tive Atari, Mega Drive, mas o forte mesmo sempre foi o PS (PlayStation).”

Grande jogador de Age of Empires, WarCraft, The Sims, Counter-Strike (Dust 2 é seu mapa preferido), Lucas até hoje joga, porém de maneira mais moderada do que antes.

“Depois do PS2 os jogos começaram a ficar mais caros, então ficava difícil acompanhar essa evolução. Por outro lado, joguei bastante no computador também.”

Lucas nos contou que sempre foi um “menino de lan house”, e foi nesses ambientes que descobriu sua paixão por computação.

“Na lan house era onde eu conseguia fazer amigos, onde falavam minha língua.”

Durante a faculdade, Lucas ficou sabendo que a Zappts estava com uma vaga aberta para desenvolvimento mobile, o que o interessou muito.

“Um amigo da faculdade já era um Zappter e me contou da vaga. Eu mandei meu CV, conversei com o Rodrigo e comecei aqui na Zappts em dezembro de 2016.”

Nessa época, a empresa contava com cerca de 10 pessoas.

Hoje, julho de 2021, a empresa conta com mais de 100 Zappters distribuídos em 14 estados do Brasil.

“A Zappts me deu a oportunidade de aprimorar não só meus conhecimentos técnicos em programação, mas também minhas softskills.”

Tímido, pouco falante, Lucas teve a oportunidade de interagir com os clientes da Zappts e assim acabou melhorando sua comunicação.

“Eu tinha muita dificuldade de me expressar bem, mas foi graças ao relacionamento direto com os clientes da Zappts que eu pude desenvolver isso em mim.”

Nosso Zappter Protagonista nasceu em Jacareí e na época do estágio dividia apartamento com seus amigos da faculdade. 

“Éramos 3 pessoas, eu e mais um de Jacareí e outro de Minas Gerais. Com o tempo cada um foi conquistando um emprego em uma região diferente e só sobrou eu.”

Hoje, Lucas mora sozinho, realizando assim mais um sonho, depois de muita luta e dedicação.

“Eu já estava conseguindo controlar melhor minhas finanças, então foi tranquilo vir morar sozinho. Quase sozinho né? Porque minha namorada está quase sempre aqui comigo.”

Na Zappts, Lucas teve a oportunidade de passar por diversas áreas, acumulando habilidades tanto no front como no back-end.

“Eu brincava que eu era o severino aqui da Zappts. Comecei no Android, depois fui pro iOS, tive oportunidade de aprender front web também e até um pouco de back-end e middleware, APIs.

Ele nos contou que uma das coisas de que mais gosta na Zappts é o fato de poder ter contato diário com os clientes, realizando o acompanhamento dos projetos de perto.

“Já participei de Design Sprint apoiando com a parte técnica também. Passei por várias áreas, mas meu foco sempre foi mobile. Agora tô estudando um pouco de flutter.”

Hoje, Lucas tem um iPhone e um Android, sua linguagem de programação preferida é o Kotlin, depois de Swift, obviamente.

“Eu brinco com o pessoal que Xiaomi não presta, mas faço isso pra provocar mesmo, porque tem gente que é fã de carteirinha da marca.”

Lucas comentou que, durante um projeto, o “dark mode” não estava funcionando apenas nos aparelhos da Xiaomi, e descobriu que o sistema operacional dos aparelhos impedia essa funcionalidade no app que estava sendo desenvolvido.

“Sou fã de iOS porque não precisamos achar tantas exceções como é o caso do Android, especialmente em aparelhos Xiaomi.”

Quando o assunto é música, nosso protagonista assumiu que tem um perfil musical bem comum ao mundo da tecnologia da informação.

“Eu gosto de rock, né? Mas escuto de tudo um pouco. Ultimamente escuto bastante MPB e RAP também.”

Lucas já tentou tocar baixo na adolescência, mas aceitou que seu negócio não era fazer música, e sim escutá-la.

“Comecei com Charlie Brown, Legião Urbana. Depois fui pro Linkin Park, Slipknot, até chegar no Iron Maiden, Metallica e Halloween. Então eu fui pros clássicos, tipo Deep Purple.”

Com saudade de ir a um show, Lucas comentou que já foi a vários concertos de bandas brasileiras e que não vê a hora de a pandemia passar para voltar a sair.

“Lembro que, quando eu tinha uns 12 anos, fui ao show do Dead Fish. Foi bem louco.”

Lucas também curte muito cinema e já assistiu a todos os filmes da Marvel.

“DC não, DC acabou pra mim depois do Super Homem. Marvel é mais divertido. O Fukuda aqui da Zappts só me indica filme ruim, e eu sempre indico coisa boa pra ele.”

Nosso protagonista também gosta de ficção científica, não só nos filmes mas também nos livros.

“Tô lendo hoje Blade Runner, que o Luciano me emprestou. Preciso devolver o livro pra ele.”

Nosso Zappter sonha em continuar seus estudos na área de mobile e em poder ajudar a solucionar problemas desse universo.

“Aqui na Zappts eu tenho a oportunidade de continuar estudando e me aperfeiçoando sempre. Acho que é isso que me fez completar 5 anos de empresa, essa possibilidade de me tornar um profissional cada vez melhor.”

A Zappts se orgulha demais por ter talentos tão comprometidos e profissionais como o Lucas!

Você perdeu nosso 5º episódio? Confira a história da Thau no Episódio #5: O melhor da vida é aproveitar a vida.

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Mudanças na atualização do React 18 – Parte #1

No começo do mês de junho a equipe React anunciou o plano para o React 18.

Diferentemente da última versão que não trouxe muitas melhorias, essa versão está repleta de coisas novas e mudanças consideráveis.

Pois bem! Nesse momento está disponível apenas a versão ALPHA, mas isso já é o bastante para ativar nossa curiosidade e sair explorando as novidades que vem por aí.

Preparei um template para essa série de artigos onde irei apresentar as novas funcionalidades do React.

Agora, caso você queira explorar, poderá entrar nesse repositório e fazer um clone do template do React 18 ALPHA.

Nessa série de artigos veremos o que mudou em API Root, Strict Mode, Automatic Batching, Concurrent Mode (Concurrent Rendering), SSR de streaming e Suspense e o que á de novo startTransition, useDeferredValue e SuspenseList.

API Root

A nova API Root é a porta de entrada para os novos recursos .

Ela estará disponível juntamente com a API Root legada, assim as aplicações poderão ser migradas cada qual no seu tempo.

Se eventualmente você queira acompanhar essa discussão da equipe React, é só acessar aqui.

A grande novidade aqui é a disponibilização do createRoot, que mudará um pouco a sintaxe de como iniciamos nossas aplicações.

Modo antigo:

import { render } from "react-dom";
import { App } from "./App";

render(<App />, document.getElementById('root'))

Modo novo:

import { createRoot } from "react-dom";
import { App } from "./App";

const container = document.getElementById('root');

const root = createRoot(container);

root.render(<App />);

Percebeu? Note que a raiz e a aplicação estão separadas, isso traz facilidade para implementar futuras atualizações.

Devido às dificuldades de sincronização em aplicações com server-side render, outra mudança que a API Root trouxe foi eliminar a função hydrate do render, que agora passa ser uma opção de configuração do createRoot.

Modo antigo:

import { hydrate } from "react-dom";
import { App } from "./App";

hydrate(<App />, document.getElementById('root'))

Modo novo:

import { createRoot } from "react-dom";
import { App } from "./App";

const container = document.getElementById('root');

const root = createRoot(container, {hydrate: true});

root.render(<App />);

Ou ainda, temos a opção da função do hydrateRoot, que ao contrário do createRoot, não será necessário chamar a função render.

import { hydrateRoot } from "react-dom";
import { App } from "./App";

const container = document.getElementById('root');

const root = hydrateRoot(container, <App user="Zappts" />);

Você deve ter notado que o hydrateRoot ao contrário do createRoot, aceita como segundo parâmetro um componente JSX.

Isso acontece porque a renderização inicial da árvore de elementos do lado do cliente deve corresponder a do lado do servidor.

Agora, se você busca renderizar novamente a aplicação, pode fazer sem ter a necessidade de criar um novo container, apenas utilizando a variável que foi instanciada na criação.

//...
const root = hydrateRoot(container, <App culture="Sawabona" />);
/*
	Ação necessaria para atualização
*/
root.render(<App culture="Shikoba"/>);

Após o lançamento do React 18, aplicando essa pequena mudança, temos acesso a muitas melhorias e novas funcionalidades.

Irei apresentá-las nos próximos artigos.

Espero que você esteja tão ansioso quanto eu para essa atualização.

Se ficou alguma dúvida ou quer saber mais sobre algo que mencionei nesse artigo, ou apenas para dizer o que achou, não deixe de escrever nos comentários, isso vai ser muito importante para que eu possa trazer conteúdos relevantes.

Muito obrigado por ter lido até aqui e até o próximo capítulo.

Esse artigo foi desenvolvido por Tadeu Agostini, desenvolvedor front-end Web da Zappts.

Zappters Protagonistas – Episódio #5: O melhor da vida é aproveitar a vida.

Episódio #5: Thauany Moedano.

Bem-vind_ ao Zappters Protagonistas!

Nesta série você tem a oportunidade de conhecer a história dos talentos da Zappts, empresa “full remota” focada em projetos de transformação digital de grandes marcas.

Você perdeu nosso último episódio? Confira a história do Gabriel no Episódio #4: A única escolha que eu fiz foi ser eu mesmo

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Nossa entrevistada da semana foi Thauany Moedano, Head de Back-end e Arquitetura da Zappts. 

Thau, para os mais íntimos, cresceu em Itaquera, São Paulo, mas afirma com muita convicção que não é corinthiana. 

Palmeirense de 25 anos, Thau mora há 7 anos em São José dos Campos, cidade onde fica a sede da Zappts.

“Lá atrás eu não sabia que iria estudar Ciência da Computação. Meus pais sempre falavam que Direito era muito legal, que eu ia me dar bem, então experimentei”. 

Ela chegou a fazer um curso técnico em serviços jurídicos e foi nesse momento que descobriu que essa área não era para ela.

“Nossa, eu detestei direito!”

Autointitulada “meio nerd”, Thau procurou por vários cursos de graduação que fizessem sentido para ela, até se apaixonar por Ciência da Computação. 

“Passei na Unifesp em São José dos Campos. Saí de Sampa com o coração apertado, mas certa de que tudo iria dar certo”.

Pouco antes disso, ainda no ensino médio, o avô de Thau sofreu um AVC. Sua preocupação em sair de São Paulo vem daí, pois sua mãe e avó ficaram responsáveis por cuidar dele.

“Lembro como se fosse ontem o sorrisão que o meu avô deu quando eu disse que havia passado no vestibular. Toda a família ficou emocionada.”

Como uma boa estudante recém chegada em uma nova cidade, Thau morou por alguns anos em uma república. 

“Foi uma época de muitas descobertas, principalmente acadêmicas. Fiz iniciação científica, fui representante discente, participei de congressos até tentei jogar futsal, mas falhei miseravelmente”.

Thau nos contou que sempre foi baladeira e que na faculdade aprendeu a jogar bilhar e truco.

“Gosto muito de música. O primeiro show que eu fui foi do Avenged Sevenfold, e o último do Gustavo Lima. Tudo a ver, né?!”.

“Como eu não tinha família em São José dos Campos, meus amigos da faculdade e do trabalho foram minha família por aqui”.

Durante a iniciação científica, Thau se desanimou com a área acadêmica e percebeu que aquilo não estava fazendo sentido para ela.

“Então eu fui buscar um estágio de verdade e consegui. Minha primeira chefe foi a Carla, que também trabalha na Zappts e é Head de Agile”.

Thau lembra até hoje que, durante o estágio, ganhou um bilhete da Carla com uma mensagem que agora leva para a vida inteira.


“Lembro que estava escrito algo do tipo ‘obrigada pela sua postura, nunca se sinta menos do que você é e nunca deixe ninguém te dizer isso’. Tenho o bilhete guardado até hoje”.

Tudo ia muito bem na vida de nossa protagonista até que, em meados de 2018, ela saiu da república e foi morar sozinha.

“Eu havia terminado um relacionamento de mais de 4 anos e muita gente que eu conhecia de São José estava se formando e saindo da cidade. Então me senti totalmente forever alone”. 

Para piorar, a empresa onde Thau trabalhava fez um corte de mais de 30 funcionários, fazendo com que muitas pessoas da sua equipe fossem embora.

“Foi bastante gente embora, pessoas que eu conversava desde o início e que faziam parte não só na minha vida profissional, mas pessoal também”.

Nesse momento, ela foi para um novo projeto dentro da empresa, onde precisava viajar praticamente toda semana.

“Eu ia na segunda-feira e só voltava na sexta. Me sentia ainda mais sozinha. Comecei a me sentir deprimida e logo busquei ajuda profissional de uma terapeuta”.

Thau nos contou que até hoje ela faz terapia, e que isso foi uma das melhores decisões que ela teve na vida: procurar ajuda.

Sem medo de ser feliz, e por orientação da terapeuta, Thau também recorreu à psiquiatria para tratar sua ansiedade.

“A ansiedade ficou tão grande em mim que eu fui buscar ajuda. Fui diagnosticada com TAG, transtorno de ansiedade generalizada”.

“Tava tudo bem com minha família, com o trabalho, mas dentro de mim eu estava bem mal. Aceitar e admitir essa condição foi a coisa mais importante que eu fiz”.

Ela nos contou ainda que sempre tentou adivinhar o futuro e que isso não ajudava muito.

“Eu sempre tentei pensar no que poderia acontecer, e isso gerou ansiedade em mim. Procurar ajuda não me fez louca, mas sim humana por reconhecer minhas limitações”.

Sem dúvida, o bem-estar é uma das coisas mais importantes na vida de uma pessoa, e priorizar a própria saúde é fundamental para ter uma vida com harmonia.

“Antes do tratamento eu sentia que eu não me priorizava. Pouco importava minha saúde mental”.

No meio de toda essa história, no final de 2019, a ex-chefe Carla já estava na Zappts e contou para Thau o que ela estava perdendo em não fazer parte do time. 

“A Carla me disse que eu tinha que trabalhar na Zappts. Então mandei meu currículo e fiz minha entrevista com o Rodrigo em um shopping.”

A vaga era para programação em javascript, node em nuvem, tecnologias com as quais nossa protagonista nunca havia trabalhado anteriormente. 

“Era tudo muito diferente para mim, mas eu topei dar essa virada de 180 graus na minha vida. Foi a melhor decisão”.

Na época, a empresa contava com apenas 25 Zappters, e Thau reencontrou não apenas Carla, mas outros amigos com quem já havia trabalhado antes, como Luciano.

“Na Zappts eu descobri que nuvem era a minha paixão. Nunca gostei muito de programação, mas sempre curti arquitetar e propor soluções para problemas. Então com ajuda da Zappts eu tirei minha primeira certificação em arquitetura de nuvem”.

Thau nos contou que durante a pandemia ela decidiu não morar mais sozinha, e passou a dividir uma casa com mais 3 amigos. 

“Isso foi essencial para mim, pois não me sentia mais tão sozinha e podia dividir minhas dores e felicidades com esses amigos que se tornaram mais do que irmãos pra mim”.

Pois bem,  eis que nossa protagonista “conheceu um carinha” que iria mudar por completo sua vida.

“Eu conheci ele no Tinder, igual a música. Conversamos umas 3 vezes até que saímos para jogar bilhar. O pessoal que morava comigo apareceu no bar e ficou zoando o cara. Pensei que ele nunca mais iria falar comigo”.

Com o tempo, os dois foram parando de se falar. Passaram-se meses e Thau conheceu um novo pretendente. Sim, também no Tinder.

“Sai com esse novo carinha, e adivinha quem estava no bar onde fui conhecê-lo? Sim, o primeiro rapazinho”.

Thau disse um “oi, tudo bem?” e naquele momento percebeu que havia feito besteira em não seguir conversando com o primeiro pretendente.

“No dia seguinte eu mandei um ‘oi, sumido’ pra ele. Voltamos a sair e com o tempo começamos a namorar”.

Hoje, eles moram juntos e recentemente adotaram uma cachorrinha, batizada com o nome de Haru. 

“Animais sempre foram muito presentes na minha vida. Meu avô já teve galinha de angola, ganso, coelho, hamster, porquinho da índia e peixes. Hoje na casa dos meus pais há 8 gatos e 4 cachorros”.

Thau já fez muitos amigos “nas internets”. Na adolescência ela jogava ‘Neopets” e teve até um blog para falar do tema.

“Uma vez, nas férias, fui até o Rio de Janeiro conhecer o pessoal que também jogava Neopets, foi louco. Também já fui pra BH pra conhecer outro pessoal”. 

Nossa protagonista também é pianista, e até deu uma palinha no piano durante o último happy hour da Zappts.

“Sempre adorei filmes musicais, tipo La La Land. Já fiz aula de canto mas percebi que aquilo não era pra mim. Daí tinha um teclado jogado aqui em casa há muitos anos, então decidi aprender”.

Ela começou então a fazer aulas de piano toda semana e ganhou de presente dos amigos um piano digital. Sim, isso que são amigos!

“Foi uma válvula de escape pra mim, ainda mais na pandemia. Não podendo sair de casa, sem poder tomar cerveja e comer torresmo nos bares de São José, encontrei no piano uma paixão”.

Além do piano, Thau também gosta de futebol americano, jogos como magic e xadrez, e ainda tem uma coleção de moedas comemorativas das Olimpíadas do Rio.

“Além disso, eu também amo karaoke. Uma vez até cantei ‘eu dormi na praça’ com um grupo de japoneses”. 

Thau tem diversos sonhos para depois da pandemia, como comprar um terreno e construir sua própria casa.

“Também tenho muita vontade de voltar a viajar. Meu sonho é conhecer as 7 maravilhas do mundo, começando pelas ruínas de Petra”

A Zappts se orgulha demais por ter talentos tão comprometidos e profissionais como a Thau.

Você perdeu nosso 4º episódio? Confira a história do Gabriel no Episódio #4: A única escolha que eu fiz foi ser eu mesmo.

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Zappters Protagonistas – Episódio #4: A única escolha que eu fiz foi ser eu mesmo.

Episódio #4: Gabriel Ribeiro.

Bem-vind_ ao Zappters Protagonistas!

Nesta série você tem a oportunidade de conhecer a história dos talentos da Zappts, empresa “full remota” focada em projetos de transformação digital de grandes marcas.

Você perdeu nosso último episódio? Confira a história do Felipe no Episódio #3: Os 2 dias de viagem que mudaram minha vida.

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Gabriel Ribeiro é natural de Volta Redonda, interior do Rio de Janeiro, conhecida como a cidade do aço.

Ele tem 25 anos, cursou psicologia pela UBM com bolsa integral e atualmente faz uma pós graduação em sexualidade humana na CBI of Miami, curso realizado pela Celso Lisboa no Brasil.

Nosso Zappter Protagonista integra o time de People da Zappts e faz parte do nosso Comitê de Diversidade, grupo responsável por criar políticas e ações voltadas à inclusão de grupos minoritários na empresa, como LGBTQIA+, negros, mulheres e PCD.

Gabriel nos contou que desde que entrou na faculdade tinha o sonho de trabalhar com pessoas, em especial com psicologia clínica. Porém, o universo da gestão de pessoas foi chegando de mansinho, fazendo com que ele também abraçasse essa função.

“Minha história é meio RH e meio psicologia clínica. Durante o dia sou um Zappter, já à noite faço atendimentos clínicos.”

Horas antes de ser entrevistado, Gabriel estava em uma entrevista com um candidato que acabara de se tornar pai, e nos contou que esse dia a dia escutando as pessoas é o que lhe dá forças.

Nos últimos anos de graduação, Gabriel começou a estagiar na CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) e ali começou sua jornada pela área de recursos humanos.

“Na CSN eu vi a oportunidade de trazer humanidade para dentro dos processos da empresa. Adoro a dinâmica de ouvir a história das pessoas, de saber a vida dos candidatos e entender seus potenciais pessoais e profissionais.”

Após o estágio, Gabriel foi efetivado como Analista Júnior de RH, mas, com a pandemia, ele e mais outros 200 funcionários da empresa perderam o emprego.

“Foi horrível, devastador, muito difícil pra mim. Precisei trancar a pós-graduação na época porque estava financiando um carro.”

Gabriel disse que nesse momento, então desempregado, viu que tinha em suas mãos o “benefício da escolha”.

“Quando você está desempregado você sente um vazio angustiante, mas ao mesmo tempo é um vazio desafiador e cheio de oportunidade.” 

Ao se deparar com essa situação, nosso protagonista abriu seu CRP – assim como o CRM para médicos, o CRP é o registro para psicólogos -, e começou a realizar atendimento clínico online.

“Todo mundo vivia falando que como psicólogo clínico eu iria passar fome, mas mesmo assim eu tentei.”

E deu muito certo. Para sua surpresa, Gabriel em 2 meses já estava com a agenda lotada, com 30 a 40 atendimentos por semana.

“Meu emprego era full time com atendimento clínico, e minha remuneração era até maior do que eu tinha como analista.”

Gabriel nos contou que se sentia completamente realizado com o fato de poder ajudar pessoas trabalhando de casa.

Até que surgiu a possibilidade de sair de Volta Redonda e desbravar novos horizontes.

“Gosto muito da minha cidade, mas eu sentia que ela tinha ficado muito pequena para mim.”

“Queria uma cidade com maiores possibilidades, para me abrir para o mundo, e sabia que precisava estar mais perto de São Paulo.”

Com um novo objetivo traçado, Gabriel ponderou 2 fatores para sua tomada de decisão: um positivo e outro negativo.

“Meu irmão já estava morando em São José dos Campos/SP, mas por outro lado a pandemia estava – e ainda está – pegando fogo.”

Com a cara, com a coragem e com pensamento positivo, Gabriel começou a planejar sua ida a São José dos Campos.

“Meu plano era mudar em abril de 2021, porém um sinal do universo apareceu para mim em novembro de 2020.”

Nessa época, um apartamento no prédio onde o irmão dele morava estava disponível para aluguel, totalmente mobiliado.

“O valor estava dentro do meu orçamento, e poder morar no mesmo prédio que o meu irmão foi um motivador para eu não esperar mais tempo e ir logo pro interior de São Paulo.”

Nos últimos dias de dezembro de 2020, Gabriel já estava no novo apartamento e teve a oportunidade de passar o ano novo com seu irmão e sua cunhada.

“Nesse tempo eu estava muito feliz com as atividades clínicas, mas sentia saudade do RH. Foi quando eu comecei a estudar a possibilidade de voltar ao mundo corporativo”.

Gabriel começou então a participar de processos seletivos até que a Zappts chegou em sua vida.

“Estava participando em 2 processos, um para uma consultoria presencial e outro para a Zappts, emprego 100% remoto e com uma cultura que me surpreendeu desde o início.”

Nosso protagonista nos contou que na Zappts ele sempre pode ser quem ele é, independente de sua orientação sexual.

“Eu me descobri bisexual no ensino médio. No início eu achei que era gay, mas um amigo me perguntou se eu também gostava de meninas, e entendi que meu gosto por meninos não anulava meu gosto por meninas.”

Gabriel nos contou que esse foi um longo processo e que graças ao apoio de sua mãe, seus familiares e seus amigos, nunca se sentiu diminuído por isso.

“Sou privilegiado por ter uma família com a cabeça aberta. É fácil para mim, homem branco, bixesual, ‘passável’ por hétero falar sobre esse tema.”

Com o passar do tempo ele entendeu que ser bissexual não era meramente uma característica sua, e sim uma parte de sua identidade.

“O mais difícil mesmo foi no ensino médio. Mais do que as piadinhas no colégio, a batalha que eu tinha era interna, de aceitação comigo mesmo.”

Gabriel disse que com o tempo as coisas foram melhorando, mas que sem dúvida o ensino médio foi o período mais difícil para ele.

“Sofria muito bullying no colégio. Me chamavam de viadinho, baleia, e com o tempo fui criando uma armadura para não deixar essas coisas me afetarem.”

Hoje, nosso protagonista diz que não se importa mais com isso e se sente no dever de ajudar outras pessoas que também passam por essas situações.

Em 2016, Gabriel começou a fazer parte de um ONG voltada a questões LGBT, onde coordenava um grupo de apoio para jovens.

“Era um papel de conversar, de estar ali com a escuta ativa, em estar disposto a dialogar.”

Ele nos contou que nessas rodas de conversa escutava muitos jovens que ainda moravam com os pais sofrendo muito, mas, segundo ele, com o tempo tudo melhora.

“Quando ainda moramos na casa dos nossos pais qualquer conflito devido a nossa sexualidade parece o fim do mundo, mas com o tempo, quando vamos para a vida, percebemos que o conceito de família é muito maior.”

Gabriel disse que, com o tempo, todos nós encontramos nosso espaço, e que a família muitas vezes é formada pelos nossos amigos, colegas de trabalho e pessoas que encontramos eventualmente.

“O mundo é muito maior do que nossa casa, do que a igreja, e é fundamental gostarmos de quem nós somos para termos tranquilidade na vida.”

“Todos nós encontramos nosso espaço, nosso pertencimento, sabe? O local que podemos ser quem somos sem medo.”

Infelizmente, o preconceito e a homofobia também fizeram, e fazem, parte da história de Gabriel.

“Dei uma entrevista para a Rede Globo durante a parada LGBT na minha cidade, cheio de glitter e segurando a bandeira, mas nunca achei que teria uma repercussão como a que teve.”

Gabriel nos contou que o assunto repercutiu por toda a empresa na qual ele trabalhava na época. 

“Pelos corredores eu ouvia…Gabriel é isso, Gabriel é aquilo.”

“Isso é justamente um aspecto de que eu gosto aqui. Desde o começo senti liberdade para poder falar abertamente sobre minha sexualidade aqui na Zappts.”

Nosso protagonista disse que viemos de uma cultura em que não se fala de gênero e de orientação sexual, apenas se fala sobre “respeitar a diferença”.

“Era um papinho de respeitar as diferenças, mas nunca se falava abertamente sobre o assunto no meu trabalho anterior.”

Gabriel acredita que tratar esse tema como um tabu não ajuda, pois apenas falando abertamente sobre o assunto podemos promover mudanças significativas na sociedade.

“Junho é o mês de visibilidade e orgulho LGBTQIA+, e tive a honra de ser convidado para uma mesa redonda para falar sobre identidade e orientação sexual em Volta Redonda, e poder contar sobre a minha história também”.

Há 3 anos Gabriel participa desses eventos, fundamentais para desmistificar o tema e quebrar todos os tabus que ainda existem quando falamos de sexualidade.

“O Brasil é o país que mais mata gays no mundo, e a falta de informação é amiga do obscurantismo. Então, por que será que as pessoas se incomodam tanto com um beijo gay na novela? Desinformação.”

Enquanto não se discute abertamente sobre isso, as pessoas da comunidade LGBTQIA+ continuam sendo invisibilizadas. 

“A população trans, por exemplo, transgêneros e travestis, são as mais invisíveis de todas, até dentro da própria comunidade.”

Gabriel concorda que não podemos nos calar. Falar apenas em “respeitar a diversidade” é alimentar justamente o discurso dos preconceituosos e LGBTfóbicos. 

“Quando a Zappts publicou no dia das mães a história de uma colaboradora gay, eu achei demais. Muitos candidatos perguntam sobre nossa diversidade e eu digo para que eles vejam em nossas redes sociais e blog.”

Nosso Zappter Protagonista nos contou que a crescente onda de conservadorismo também o preocupa muito.

“Vemos uma crescente no fascismo em todo o mundo. Não estou usando eufemismo, são pessoas literalmente carregando suásticas nazistas pela rua, o que me dá pavor.”

Para Gabriel, isso só mostra como os avanços da comunidade vêm incomodando os conservadores. Por essa e por outras, ele começou a estudar mais sobre sexualidade.

“Na pós eu estudo sobre a história da sexualidade, o que me faz refletir sobre a identidade sexual em geral. Como práticas sexuais vistas como normais na antiguidade são hoje tratadas com tamanho preconceito?”

Gabriel nos contou que não entende como o tema da sexualidade ainda é um tabu no mundo. 

“Não faz sentido nenhum. Quando perguntadas por que são homofóbicas, as pessoas não sabem nem justificar.”

Para nosso protagonista é fundamental separar o discurso da prática, mas as duas coisas devem andar lado a lado.

“Temos um programa real na Zappts que propõe o aumento do nosso índice de diversidade. Não é só discurso pras redes sociais, nós falamos abertamente sobre isso aqui dentro, mas também praticamos a inclusão através desse programa.”

Gabriel se refere ao nosso programa de incentivo para indicação de vagas. 

“Cada vez que uma pessoa indicada por outro Zappter é contratada, a pessoa que indicou ganha R$250. Se a pessoa contratada se identifica como uma pessoa LGBTQIA+, a pessoa que indicou o profissional ganha um bônus de R$300.”

Para finalizar, Gabriel expressou sua gratidão por fazer parte da empresa e ter a oportunidade de deixar sua “pegada” na Zappts.

“Sou uma pessoa muito grata e feliz hoje. Não conseguiria mais me inserir em uma empresa conservadora, pois aqui me sinto aceito e não preciso esconder nada.”

“Agora que eu senti o gosto de ser quem eu sou, nunca mais vou abrir mão disso!”

Você perdeu nosso 3º episódio? Confira a história do Felipe no Episódio #3: Os 2 dias de viagem que mudaram minha vida.

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Por que políticas de diversidade em empresas contam mais do que mudar a foto de perfil em redes sociais?

Em junho, mês de celebração do orgulho e visibilidade da comunidade LGBTQIA+, diversas empresas mudam sua foto de perfil com as cores do arco-íris para simbolizar seu apoio à causa.

Mas será mesmo que a maioria das marcas se preocupa de verdade com a inclusão da comunidade no mercado de trabalho?

Nesse artigo iremos discutir sobre essa temática, demonstrando como o desenvolvimento e implementação de políticas de diversidade fazem muito mais diferença do que a simples alteração de logo nas redes sociais.

Dia 28 de junho é marcado como o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+. A data marca a luta pelos direitos da comunidade no mundo, e tem sua origem em manifestações que aconteceram em 1969 nos EUA.

Conhecida como Rebelião de Stonewall, a manifestação deu força à comunidade pela luta contra a homofobia.

O objetivo dessa ocasião, assim como em diversas representações que acontecem anualmente ao redor do mundo, é conscientizar a população sobre a importância de se construir uma sociedade livre de preconceitos quando o assunto é orientação sexual. 

Muitas pessoas ainda confundem o que é “gênero” do que é “orientação sexual”, então vamos lá.

Gênero são características pertencentes e diferenciadas entre a feminilidade e a masculinidade.

Essas características podem incluir o sexo biológico, como por exemplo: o estado de ser do sexo masculino, do sexo feminino, ou uma variação intersexo.

Já a orientação sexual é como uma pessoa se identifica, indicando por quais sexos ou gêneros ela se sente atraída, seja física, romântica e/ou emocionalmente. 

E a sigla LGBTQIA+, o que quer dizer isso? Nosso comitê de diversidade explica:

L, G, B: essas três primeiras letras tratam a respeito de orientação sexual. O L se refere às lésbicas e o G aos gays, ou seja, mulheres e homens, respectivamente, que sentem atração afetiva e/ou sexual por pessoas do mesmo gênero que o seu. Já o B inclui as pessoas bissexuais, que têm essa atração por ambos os gêneros.

T: tal letra abrange as identidades de gênero, sendo elas transgêneros, transexuais e travestis. Essas pessoas se identificam com um gênero diferente do que foi designado em seu nascimento. Além disso, é o oposto de cisgênero, que são homens e mulheres que se reconhecem conforme seu gênero de nascimento.

Q: o Q vem de queer, que são as pessoas que transitam entre os gêneros feminino e masculino ou que não seguem a binaridade masculino-feminino (não binário).

I: já o I fala sobre o intersexual, que são pessoas cujo desenvolvimento sexual corporal é não binário, então não se encaixa na lógica masculino-feminino.

A: o A diz respeito à comunidade Ace, que representa um leque de vivências singulares em termos de atração sexual e afetiva, podendo ter uma ou outra. A também aborda os assexuados, que não sentem atração sexual por outra pessoa, apesar de a afetiva ainda existir.

+:  São todas as inúmeras outras possibilidades de orientação sexual e identidade de gênero. Um exemplo são os pansexuais, aqueles que sentem atração afetivo-sexual independente da identidade de gênero.

É inegável que nos últimos anos virou uma tendência trocar a foto de perfil em redes sociais corporativas no mês de junho para as cores do arco-íris em sinal de apoio à visibilidade LBGTQIA+.

Porém, apenas isso não é suficiente para que a LGBTfobia seja combatida, e para que a comunidade LGBTQIA+ se sinta representada por empresas e incluída no mercado de trabalho.

Empresas que não desenvolvem políticas de diversidade para a inclusão deste público estão fazendo mais do mesmo.

A criação de índices de diversidade que quantifiquem o grau de inclusão deste público se faz necessário quando uma empresa realmente se importa com a temática.

A inclusão no mercado de trabalho se apresenta como um dos maiores desafios enfrentados pela comunidade.

Segundo uma pesquisa realizada pelo Linkedin, metade dos trabalhadores LGBTQIA+ brasileiros já assumiram sua orientação sexual no trabalho abertamente.

A pesquisa revelou que a outra metade, que ainda não assumiu sua orientação sexual na empresa, tem os seguintes motivos para o não compartilhamento: 51% não vêem a necessidade, 37% não gostam de falar sobre sua vida pessoal, e 22% têm medo de represálias por parte dos seus colegas.

Os dados não mentem, e as estatísticas do estudo revelam a importância de se falar sobre o tema.

Em outra pesquisa, realizada pelo Center for Talent Innovation, um dado alarmante é exposto: um terço (33%) das empresas brasileiras não contratariam pessoas LGBTQIA+ para cargos de liderança.

Uma simples mudança na aparência para uma pessoa LGBTQIA+, pode se tornar uma preocupação quando ela não se sente confortável e acolhida na empresa em que trabalha.

Um corte curto dos cabelos ou seu uso de forma não muito convencional, para uma mulher não-hétero por exemplo, pode ser motivo de preconceito entre os colegas de trabalho, e até justificar um “não alinhamento com a aparência corporativa pretendida”.

Tal fato pode gerar medos e inseguranças na permanência no emprego, ou no respeito entre pares.

Por isso acreditamos que melhor do que mudar a foto de perfil em redes sociais, devemos criar políticas de diversidade que aumentem os índices de inclusão da comunidade LGBTQIA+, assim como de outros grupos minoritários da nossa sociedade, como negros, mulheres e PCD.

Aqui na Zappts, por exemplo, criamos um programa de indicação de vagas com benefícios especiais para aqueles que indicam profissionais pertencentes ao grupo.

Pessoas que indicam candidatos à vagas que, ao serem contratadas, se identificam com a comunidade LGBTQIA+, ganham um benefício financeiro como contrapartida.

Atualmente, segundo nosso último Censo, o índice de diversidade da Zappts gira em torno de 25%, isso quer dizer que um quarto dos mais de 100 colaboradores da empresa, espalhados em mais de 14 estados do Brasil, não se considera heterossexual.

Quando perguntados sobre o “Orgulho em ser um Zappter”, 96% respondeu com favorabilidade. Já quanto à frase “posso ser eu mesmo na Zappts, independente da minha idade, cor, etnia, gênero e oriêntação sexual”, 99% dos Zappters concordaram plenamente.

Sabemos que muito ainda precisa ser feito, mas já é um começo quando falamos de inclusão no mercado de trabalho, em especial do mercado de tecnologia da informação, para pessoas LGBTQIA+. 

Falar abertamente sobre esse tema não é mais uma opção para as empresas, e sim uma obrigação, pelo menos para aquelas realmente responsáveis.

Abordar o tema não pode ser feito apenas durante o mês de junho, mas durante todo o ano, e envolvendo todas as pessoas da empresa.

Mudar a imagem de perfil nas redes sociais é sim importante, mas sem dúvida a criação de índices de inclusão atrelados à políticas de diversidade fazem muito mais diferença.

Nesta quarta-feira, dia 30 de junho, iremos apresentar a história de uma pessoa pertencente à comunidade LGBTQIA+ aqui da empresa na nossa série “Zappters Protagonistas”.

Fique atento às nossas redes sociais para não perder essa história. 

Essa publicação foi desenvolvida por Bruna Cortes, Analista de Qualidade Pleno aqui da Zappts.

Quer saber se temos oportunidades de trabalho para você? Temos sim! Confira nossa página de vagas, clicando aqui.

Planejamento de Sprint: Como minimizar os riscos envolvidos?

Será que o meu time se compromete com a entrega de todos esses itens?

Essa é uma pergunta relativamente corriqueira em reuniões de planejamento de sprints. Frequentemente essa pergunta é respondida com um “acho que sim” ou um “vamos acompanhar e ver o que acontece”.

Pois é! No decorrer da sprint podemos confirmar que determinada quantidade de itens é adequada ou não para cada time.

Mas, como podemos melhorar esse processo?

Será que existe alguma maneira simples e prática de saber qual o risco envolvido quando assumimos os compromissos?


Nessa publicação iremos apresentar um método muito fácil e rápido para melhorar o planejamento das suas sprints.

Você terá uma visão sistemática sobre os compromissos assumidos pelo time, e poderá medir quantitativamente os riscos que os times estão sujeitos a enfrentar.

Se interessou? Então vamos lá…

A primeira coisa que você vai precisar é do histórico de itens entregues pelo seu time nas últimas sprints.

Quanto maior a quantidade de dados nesse momento, mais estruturado será seu planejamento e resultado.

Para começar, devemos montar uma lista conforme imagem abaixo.

Agora podemos ordenar os dados em ordem decrescente da coluna “número de itens”.

Até aqui, nada de outro mundo, certo?

Pois bem.

Agora crie um índice para cada uma das linhas, sendo que a primeira será a linha 1, a segunda a linha 2 e assim por diante.

Atenção agora. Pegue o total de linhas (no nosso exemplo são 13 sprints) e calcule 10% deste valor, e consecutivamente 25%, 50%, 75% e 90%.

Se o número foi quebrado, calcule o número inteiro que vem a seguir.

Agora, utilize os números obtidos como índice na consulta da sua tabela de dados.

Por exemplo, se ao calcular 50% seu valor foi 7, então você deve pegar a linha com índice 7.

Pronto. É só isso. Você acaba de descobrir que assumir um compromisso com 8 itens têm o mesmo risco que jogar cara ou coroa, ou seja, 50%. Você, seu time e o cliente estão confortáveis com esse risco? 

Se você gostaria de ter um pouco mais de segurança do que pode acontecer no planejamento da sprint, talvez queira assumir um risco menor, digamos de 25%.

Logo, vamos pegar o índice resultante do cálculo de 75%, que no caso da 10, e em seguida saberemos que assumir o compromisso com 7 itens têm um risco de 25%.

Assim dizendo, um risco muito menor, com apenas 1 item a menos.

OK! Mas fica uma dúvida:

Por que não calculamos a situação com 0% de risco?

Simples, porque ela nunca vai existir.

Toda vez que um time se compromete com alguma entrega, ele está assumindo que “no futuro” terá entregue X itens, por exemplo. Mas nunca conseguiremos ter certeza do futuro.

Quer dizer, não temos a possibilidade de saber, sem nenhuma margem de erro, todos os eventos que podem influenciar a entrega de um time.

Do ponto de vista de comunicação com o cliente, também estaremos muito mais embasados, pois não estamos só comunicando que “acreditamos ser possível”, mas estamos dizendo que “com base no histórico de entregas do time, o risco envolvido em se comprometer com X itens é de 25%”.

Assim, conseguimos uma comunicação muito mais clara, transparente e orientada a dados.

Fazer este cálculo é muito simples!

Ele ajuda o time a assumir os compromissos com muito mais segurança, nos ajuda a comunicar ao cliente os riscos envolvidos, e nos ajuda a determinar a velocidade de entrega de cada time.

O cálculo pode ser feito utilizando outras medições, por exemplo, a quantidade de Story Points entregues em cada sprint.

O método de cálculo é o mesmo e a interpretação dos resultados também.

É importante destacar que ter essa visão no momento de assumir o compromisso não dispensa o acompanhamento diário, via cerimônias, de cada entrega e a tomada de ações corretivas caso o time se desvie do planejamento.

Mas isso é assunto para um próximo post.


Essa publicação foi desenvolvida pelo Zappter Luciano Osório, Squad Leader aqui na Zappts.

💙 Quer aprender mais? Confira nossa publicação Scrum: entenda de uma vez por todas o que é, como ele aumenta expressivamente os seus resultados e porquê utilizá-lo.

Criando uma documentação para aplicações FrontEnd

Esta é uma republicação do post do blog do Vinnicius Gomes – Senior Frontend Engineer aqui da Zappts.

Nesse post vamos falar sobre como criar uma documentação para uma aplicação FrontEnd de forma simples e intuitiva.

Se você não gosta dos padrões antigos de documentação que nem eu, seus problemas acabaram! 🤩

Hoje vou te mostrar uma ferramenta que vem ganhando bastante espaço na comunidade e no mercado, que é ninguém menos que o Storybook, uma ferramenta Open Source que prepara um ambiente de desenvolvimento para componentes de UI.

Então bora para o que importa 🤓

Ah, antes de começar, eu vou utilizar o Storybook com o React, mas ele da suporte para vários outros frameworks e libs como 👇

Sem mais delongas, vamos para o código:

Vamos criar uma aplicação React utilizando o CRA, rodando o comando:

npx create-react-app my-app

Com o projeto criado, vamos fazer a instalação do Storybook, rodando o comando: npx sb init

Você pode acessar a documentação para saber mais sobre a instalação através desse link.

Depois que a instalação for concluída vai ser criado duas pastas no nosso projeto 👇

Uma pasta chamada .storybook e outra dentro de /src/stories, a pasta .storybook contém as configurações que não vamos abordar hoje, mas você pode ler mais sobre essas configurações na documentação, e também foi criado a pasta /src/stories que vai ser onde vamos escrever nossas histórias.

Vamos rodar o Storybook

Execute o comando npm run storybook e acesse http://localhost:6006 você vai ver uma tela como essa 👇

Isso quer dizer que nosso Storybook foi instalado e está rodando corretamente! 🤩

Agora vamos entender a interface do Storybook

No lado esquerdo da tela, temos a lista de stories. O Storybook criou alguns componentes de exemplo.

Clicando no componente de botão, vamos ver algo parecido com isso 👇

Onde é renderizado o componente, e na parte inferior temos um menu com algumas opções que podemos interagir com o componente e ver o seu funcionamento.

No menu superior temos uma opção Docs, clicando nela vai ser aberto a documentação do componente 👇


Agora vamos criar uma nova Stories

Para começar, fiz uma limpa na pasta stories deixando somente a introdução e os assets 👇

Vamos criar um simples componente de Alert, então pra isso vamos criar 3 arquivos 👇

Como o foco desse post não é criar um componente, vou pular essa parte, o código do componente está disponível nesse repositório.

Nosso componente de Alert ficou assim 👇

Agora vamos criar a Storie, para isso crie um arquivo Alert.stories.js 👇

Calma, sei que tem bastante coisa ai, mas vou te explicar as partes importantes!

Linha 6–16: Aqui estamos criando a configuração default da nossa Storie, definindo um title, apontando o componente e definindo os args padrões. Na linha 10 estamos defindo que a props type vai ser exibida como um select na tela do Storybook recebendo um array de opções:

Linha 17: Estamos definindo nossa Story

Linha 19: Aqui estamos definindo as props para o componente Default, que vai receber um title e uma message

E o resultado vai ser esse 👇

E pronto, é simples assim 🎉

Vamos adicionar as outras variantes do nosso Alert 👇

A diferença aqui é que foi adicionado a props type dentro do args, automaticamente o Storybook vai listar todas as variantes do componente 👇

O arquivo Alert.stories.js final ficou assim 👇

// Alert.stories.js
import React from "react";

import Alert from "./Alert";

export default {
  title: "Alert",
  component: Alert,
  argTypes: {
    type: {
      control: "select",
      defaultValue: "default",
      options: ["default", "info", "success", "danger", "warning"],
    },
  },
};

export const Default = (args) => <Alert {...args} />;
Default.args = {
  title: "Alert example",
  message:
    "Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Integer vestibulum neque est, at laoreet dolor bibendum eu.",
};

export const Info = (args) => <Alert {...args} />;
Info.args = {
  title: "Alert example",
  type: "info",
  message:
    "Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Integer vestibulum neque est, at laoreet dolor bibendum eu.",
};

export const Success = (args) => <Alert {...args} />;
Success.args = {
  title: "Alert example",
  type: "success",
  message:
    "Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Integer vestibulum neque est, at laoreet dolor bibendum eu.",
};

export const Danger = (args) => <Alert {...args} />;
Danger.args = {
  title: "Alert example",
  type: "danger",
  message:
    "Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Integer vestibulum neque est, at laoreet dolor bibendum eu.",
};

export const Warning = (args) => <Alert {...args} />;
Warning.args = {
  title: "Alert example",
  type: "warning",
  message:
    "Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Integer vestibulum neque est, at laoreet dolor bibendum eu.",
};

E pronto, criamos nossa primeira Storie, simples né?! 😎

Caso você queira rodar a aplicação na sua maquina, você pode acessar o repositório nesse link.

Refresh Token usando Axios Interceptors

Esta é uma republicação do post do blog do Vinnicius Gomes – Senior Frontend Engineer aqui da Zappts.

Axios é um cliente HTTP, que funciona tanto no browser quanto em Node.Js. A biblioteca é basicamente uma API que sabe interagir tanto com XMLHttpRequest quanto com a interface HTTP do Node. Isso significa que o mesmo código utilizado para fazer requisições Ajax no browser também funciona no lado do servidor.

Vamos falar sobre Interceptors

Os Interceptors são como o próprio nome diz, interceptadores. No Axios a gente consegue utiliza-los para executar alguma função antes que a Request e/ou Response seja iniciada.

Segue um exemplo:

// Adicionando um interceptor de Request
axios.interceptors.request.use(function (config) {
    // Faça algo antes que a solicitação seja enviada
    return config;
  }, function (error) {
    // Faça algo com erro da solicitação
    return Promise.reject(error);
  });
// Adicionando um interceptor de Response
axios.interceptors.response.use(function (response) {
    // Qualquer código de status que esteja dentro de 2xx fará com que essa função seja acionada
    // Faça algo com os dados de resposta
    return response;
  }, function (error) {
    // Quaisquer códigos de status que estejam fora de 2xx fazem com que esta função seja acionada
    // Faça algo com erro de resposta
    return Promise.reject(error);
  });

Esse exemplo você pode encontrar na própria documentação do Axios aravés desse link.

Agora que você já sabe o que é um interceptor, vamos para o que importa!

Caso você não saiba o que é um Refresh Token da uma lida aqui.

Então vamos começar o nosso Refresh Token, vamos criar um arquivo chamado api.js:

import axios from "axios";

const api = axios.create({
  headers: {
    "Access-Control-Allow-Origin": "*",
    client_id: process.env.CLIENT_ID,
  },
  baseURL: process.env.API_URL,
});

export default api;

Nesse arquivo resumidamente, criamos a configuração inicial para usar o Axios na aplicação.

Agora, vamos criar um interceptor para os Responses que vamos receber da API dentro desse arquivo, algo parecido com isso:

import axios from "axios";

const api = axios.create({
  headers: {
    "Access-Control-Allow-Origin": "*",
    client_id: process.env.CLIENT_ID,
  },
  baseURL: process.env.API_URL,
});

api.interceptors.response.use(
  (response) => {
    return response;
  },
  async function (error) {
    const access_token = localStorage.getItem("access_token");
    if (error.response.status === 401 && access_token) {
      const response = await refreshToken(error);
      return response;
    }
    return Promise.reject(error);
  }
);

export default api;

Criamos um interceptor utilizando a constante api, verificamos se o status do erro retornando pela API foi 401, e se o usuário tem um access_token . ai chamamos a função refreshToken() que vamos criar agora:

async function refreshToken(error) {
  return new Promise((resolve, reject) => {
    try {
      const refresh_token = localStorage.getItem("refresh_token");
      const header = {
        "Content-Type": "application/json",
        Authorization: process.env.AUTHORIZATION,
      };
      const parameters = {
        method: "POST",
        headers: header,
      };
      const body = {
        grant_type: "refresh_token",
        refresh_token,
      };
      axios
        .post(
          process.env.API_URL + "/refreshtoken",
          body,
          parameters
        )
        .then(async (res) => {
          localStorage.setItem("access_token", res.data.access_token);
          localStorage.setItem("refresh_token", res.data.refresh_token);
          // Fazer algo caso seja feito o refresh token
          return resolve(res);
        })
        .catch((err) => {
          // Fazer algo caso não seja feito o refresh token
          return reject(error);
        });
    } catch (err) {
      return reject(err);
    }
  });
};

Nessa função estamos fazendo uma nova chamada para o End Point que é responsável pelo refresh token, e caso ele nos retorne sucesso criaremos um fluxo para atualizar o token dentro da nossa aplicação onde está o comentário.

Caso a nossa requisição de refresh token tenha dado algum erro, podemos deslogar o usuário adicionando uma função aonde está o comentário na linha 30.

E é basicamente isso!

Zappters Protagonistas – Episódio #3: Os 2 dias de viagem que mudaram minha vida.

Zappters-Protagonistas-3-Capa-Felipe-Reis

Episódio #3: Felipe.

Bem-vind_ ao Zappters Protagonistas!

Nesta série você tem a oportunidade de conhecer a história dos talentos da Zappts, empresa “full remota” focada em projetos de transformação digital de grandes marcas.

Você perdeu nosso último episódio? Confira a história da Carol no Episódio #2: Uma desenvolvedora bailarina e crossfiteira

Quer conhecer nossas vagas? Então, clique aqui.


Felipe tem 23 anos, é natural de Paraíso do Tocantins (TO) e se considera o primeiro “import de sucesso” da empresa.

Ele iniciou seu desenvolvimento na Zappts em fevereiro de 2019, época livre de pandemia. A Zappts foi e é o primeiro emprego dele.

Ele viajou 2 dias inteiros, com seu pai e irmão, de Paraíso do Tocantins/TO até São José dos Campos/SP, onde fica a sede da Zappts. Mas essa história nós vamos contar um pouco mais a frente.

“Eu sou filho do Seu Francisco e da Dona Raimunda, irmão do Gabriel, e somos cristãos. Nasci em uma cidade pacata no interior do Tocantins, com aproximadamente 40 mil habitantes.”

Nosso Zappter Protagonista da semana nos contou que sempre se deu bem na área de exatas e, graças ao seu irmão, decidiu aprender sobre tecnologia da informação.

“Eu queria muito estudar engenharia ou administração. Eu estava bem incerto, até que meu irmão começou a estudar ciência da computação, e isso virou uma chave dentro de mim”.

Ainda no ensino médio, Felipe começou a estudar lógica e a linguagem C, fruto de sua participação no time de robótica do colégio.

“Sempre quis aprender sobre Engenharia Mecatrônica, mas não tinha esse curso nas faculdades de Tocantins. Então o mais próximo disso era Ciência da Computação, que foi o que eu estudei”.

Felipe entrou na Universidade Federal do Tocantins e nessa época viajava todos os dias de sua cidade natal até Palmas, aproximadamente 2h contando ida e volta.

“Nessa época eu saía de casa às 6 horas da manhã e só voltava meia-noite. Foi uma época muito corrida. Fiz parte do centro acadêmico, da atlética, desenvolvi o aplicativo da rádio da universidade, fiz monitorias e estágios tudo dentro da faculdade”.

Nosso protagonista nos contou que, durante os 4 anos de faculdade, aprendeu não apenas ciência da computação, mas também sobre finanças e teorias filosóficas.

“Sempre precisei custear minha alimentação e transporte. Então desde o primeiro semestre eu fazia estágio. Queria minha independência financeira, então comecei a estudar finanças.”

Assim como outros Zappters, Felipe também é um criptolover, investidor de criptoativos como o Bitcoin e o Ethereum. 

“Lembro de uma aula de Sociedade e Tecnologia na faculdade em 2017 que o professor nos ensinou sobre Bitcoin. Eu adorei. Comecei fazendo day trade, mas percebi que era melhor eu fazer “hodl” (gíria do mundo cripto que significa “segurar”). Hoje eu só compro e “holdo” pro futuro”.

Porém, não apenas de coisas boas é feita a vida. Nosso protagonista quase trancou a faculdade para ajudar a família.

“Minha mãe teve câncer durante minha faculdade, e pensei em largar tudo para ajudá-la. Mas tanto ela como meu pai bateram o pé para que eu continuasse estudando.”

Depois de 1 ano de tratamento, Dona Raimunda se recuperou. E hoje Felipe é mais do que grato aos pais por não terem deixado que ele saísse da faculdade.

“A gente nunca espera que isso vá acontecer na nossa família, mas graças a Deus ela se recuperou, e eu pude continuar os meus estudos”.

Ainda sobre o período universitário, perguntamos a ele sobre seu trabalho de conclusão de curso, e ele nos respondeu que o tema foi sobre inteligência artificial. 

“Meu TCC foi o desenvolvimento de um algoritmo genético para selecionar os melhores hiperparâmetros para um algoritmo de árvore de decisão, Árvore de Classificação e Regressão – CART.”

Ele tentou traduzir:

“Basicamente o algoritmo CART tem uma série de hiperparâmetros que são configurados antes da fase de conhecimento da base de dados, com isso, a árvore gerada pode ser diferente de acordo com os valores adotados para o seus parâmetros.”

Agora todo mundo entendeu, certo?

“Assim, utilizei um algoritmo genético  para identificar o melhor conjunto de hiperparâmetros de acordo com a base de dados selecionada, obtendo melhor taxa de acerto e reduzindo o tamanho da árvore final gerada”

Até o meio da faculdade Felipe queria seguir a área acadêmica, com sonhos de fazer mestrado na cidade de São Paulo, a 1.700 km de Palmas.

“No final do curso tive matérias sobre empreendedorismo, finanças e tudo mais. A partir daí percebi que não queria mais ir para a área acadêmica. Assim acabei indo pra vida, digamos assim”.

Ao finalizar o ensino superior, Felipe começou a disparar currículo para todos os lados, especialmente para a região sul e sudeste do país. Até então ele não conhecia a Zappts, mas isso estava prestes a mudar.

Zappters-Protagonistas-3-depoimento-Felipe-Reis

“Na mesma semana eu colei grau na faculdade, consegui meu primeiro emprego e mudei para outro estado”.

Em um sábado, em casa, Felipe recebeu uma ligação. Era a área de recursos humanos da Zappts querendo marcar uma entrevista para conhecer melhor sobre sua história.

“Eu tava em casa e me ligaram para fazer uma entrevista rápida. No final a pessoa me disse que a empresa achou muito interessante que eu estava me candidatando a uma vaga de tão longe”.

Na época, Felipe procurou por informações sobre a Zappts na internet e não achou muita coisa. Ele nos contou que a empresa ainda estava praticamente começando e por isso não havia muita informação disponível na internet.

“Depois disso o Rodrigo (sócio da empresa) me ligou e o papo foi sensacional. Falei dos meus projetos na faculdade e dos estágios que fiz, até que ele me fez a proposta de trabalhar na Zappts e eu aceitei na hora”.

Uma vez formalizada sua contratação, Felipe foi adicionado em um grupo de whatsapp com outros colaboradores da empresa para realizar os preparativos para iniciar na empresa. 

“Lembro do Rodrigo me perguntando se eu tinha certeza se queria realmente mudar de cidade. Ele me disse que queriam investir em mim, e não desejavam que eu desistisse depois de 3 meses longe de casa”.

Agora sim! Assim começou a jornada do nosso protagonista rumo à São José dos Campos.

“Foram 2 dias de viagem. Eu, meu pai e meu irmão saímos de Paraíso do Tocantins até São José. A cidade era 20 vezes maior do que minha cidade natal, e o IDH super alto”.

Nessa época a empresa tinha acabado de mudar de sede para uma casa. Éramos apenas 20 pessoas e o crescimento foi acontecendo rapidamente.

“Chegamos em uma quinta-feira à tarde, ainda em horário comercial. Então fomos logo para o endereço da empresa, pelo menos para ver como era do lado de fora”.

Ao chegar, Helena – colaboradora da empresa – estava na janela e gritou: “O Felipe chegou!”

“Foi muito legal e emocionante. Meu pai me entregou para a empresa, no meu primeiro emprego. Foi uma choradeira, todos nós choramos juntos. Eu, meu pai, o Pablo, todo o pessoal da empresa emocionada”.

Felipe nos contou que foi um clima de felicidade e tristeza ao mesmo tempo. Por um lado, ele percebeu que seria muito feliz na Zappts, mas por outro estaria longe de sua família”.

“Nunca vi meu pai chorar tanto. Durante a viagem ele já veio chorando, mas ao chegar na empresa ele caiu em prantos”.

Nosso homenageado da semana nos disse que sua família ficou apenas 3 dias na cidade, ajudando-o a achar um local para morar. 

“Eu morava em uma república de estudantes, então meu quartinho era a minha casa, onde eu fazia praticamente tudo. E sim, eu faria tudo de novo.”

Como muitos devs, Felipe também percorreu diversas áreas da tecnologia da informação, começando como desenvolvedor mobile iOS.

“Meus primeiros 5 meses de Zappts foram como desenvolvedor iOS, mas graças à política de rotatividade da empresa, tive a oportunidade de conhecer outras frentes de desenvolvimento”.

De mobile iOS ele foi para o time de front-end para desenvolver o sistema do mesmo cliente para o qual trabalhou com desenvolvimento mobile.

“É uma coisa que eu gosto muito. Desenvolvimento de interface, web, além das skills em mobile. Aqui na Zappts aprendo todo dia, tipo linguagens híbridas, objective C, entre outras.”

Felipe nos contou que sonha em ser uma referência técnica em front-end mobile e web, para ter cargos de liderança como o de Squad Leader e de Tech Lead.

“No futuro me vejo trabalhando como Tech Lead, com a bagagem técnica que venho acumulando, mas também com as soft skills que venho desenvolvendo aqui na empresa.”

Perguntamos a ele se com a pandemia ele foi trabalhar lá do Tocantins ou se manteve seu home office em São José dos Campos.

“O remoto me permite trabalhar de lá, mas não quero voltar agora. Meus pais estão bem de saúde e aqui consigo fazer mais networking e aprender com meus pares do trabalho”.

Mesmo assim, em 2020, Felipe ficou 2 meses trabalhando na casa dos pais, em Paraíso do Tocantins. 

Segundo ele, foi uma excelente oportunidade para estar perto da família e da sua esposa, Luciana, que o Felipe conhece desde os 12 anos de idade.

Por falar nisso, Felipe pediu Luciana em casamento em São José dos Campos e hoje ela também mora na cidade. 

“Ela sempre teve vontade de morar em um lugar mais frio, digo, menos quente que Tocantins.”

Perguntamos também sobre fatos curiosos de sua vida, e descobrimos que Felipe é um flamenguista fanático.

“Uma vez fiz um bate e volta de Paraíso do Tocantins até Brasília, uns 900 quilômetros, só pra ver o mengão jogar.”

Além do time de futebol, Felipe também é fã de outros esportes em que o Flamengo é referência, como e-games.

“Acompanho o time do flamengo de jogos eletrônicos como o Free Fire e o LOLzinho (League of Legends)”.

Por fim, perguntamos o que ele falaria a si mesmo quando ainda não era um Zappter.

“Naquela época eu tinha alguns medos, então falaria para eu não ter medo. Nós sempre esperamos o pior, e eu tinha medo de não encontrar pessoas boas, felizes e que agregassem na minha vida.”

“Graças a Deus eu encontrei pessoas maravilhosas nessa cidade. Então eu falaria que: onde quer que você esteja, você vai encontrar pessoas boas!”.

Também conhecido como “Potó” (um peculiar inseto muito presente no Tocantins), Felipe escolheu esse gif para ilustrar sua história.

Zappters-Protagonistas-3-footer-Felipe-Reis

Você perdeu nosso 2º episódio? Confira a história da Carol no Episódio #2: Uma desenvolvedora bailarina e crossfiteira

Confira nossas novas vagas, clicando aqui.

Zappters Protagonistas – Episódio #2: Uma desenvolvedora bailarina e crossfiteira

Episódio #2: Carol.

Bem-vind_ ao Zappters Protagonistas!

Nesta série você tem a oportunidade de conhecer a história dos talentos da Zappts, empresa “full remota” focada em projetos de transformação digital de grandes marcas.

Você perdeu nosso episódio de estreia? Confira a história do Cláudio no Episódio #1: A única deficiência que existe é o preconceito.

Quer conhecer nossas vagas? Então, clique aqui.


“Sou um ser humano meio esquisito”. Assim começou o papo com nossa entrevistada da semana, Carol Zaglia. Ela foi uma das primeiras Zappters da empresa.

“Conheci a Zappts enquanto estava cursando Análise e Desenvolvimento de Sistemas na FATEC de São José dos Campos. Tinha um mural na universidade e um anúncio em destaque de uma vaga de estágio”.

Carol nos contou que nessa época, 2015, a empresa ficava muito longe de sua casa e era necessário pegar 2, às vezes até 3 ônibus para chegar ao trabalho. Neste primeiro escritório, que comportava umas 4 pessoas no máximo, foi onde tudo começou.

“Tive o privilégio de ter todo meu estágio acompanhado pelo Rodrigo, sócio da empresa. Ele que me desenvolveu e me ensinou praticamente tudo. Toda a base de programação que eu tenho hoje é graças a ele.”

Nossa Zappter Protagonista fez de tudo um pouco na empresa. Ela iniciou o estágio como desenvolvedora mobile iOS, mas em pouco tempo já foi para Android. Nesta época a empresa estava dando seus primeiros passos e ainda não possuía grandes projetos.

“Costumo dizer que ‘era tudo mato’. Sentia que estava fazendo parte de um embrião da empresa, que logo daria muitos frutos. Acabando o estágio, fui contratada. E tenho a honra de dizer que fui a primeira CLT da Zappts!”

Correria que só ela, assim que foi contratada recebeu uma proposta para ir trabalhar no INPE – Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais.

“Fui fazer a entrevista sem expectativas pois tinha acabado de ser contratada na Zappts. Meu esposo já trabalhava lá, então acabei aceitando a proposta, mas fiquei com o coração na mão pois eu sempre amei a Zappts.”

De desenvolvedora mobile, Carol foi para a área de testes e lá acabou fazendo de tudo um pouco: trabalhou no departamento de processamento de imagens e em diversos outros projetos.

“Eu ficava louca. Tinha 3 computadores diferentes na minha mesa, aprendi muito sobre sistemas operacionais, documentação e a resolver bugs malucos de bibliotecas de terceiros. Mas eu nunca perdi o contato com o Rodrigo, até que ele me chamou para voltar à Zappts.”

Depois de pouco mais de 2 anos no INPE, Carol fez jus ao ditado “a boa filha a casa torna”.

“Quando eu voltei pra Zappts, a empresa já tinha umas 15 pessoas. Recomecei como desenvolvedora front mobile, mas também fiz de tudo um pouco. Trabalhei com front-end web, back-end e no meio de tudo isso fazia algumas coisas de design.”

Carol nos contou que nessa época o que ela queria mesmo era ir para área de UX e UI, especificamente a de design de aplicações mobile. Com a chegada do Mike, ucraniano e nosso Head de Frontend, e do Roque, nosso Head de UX, Carol além de desenvolver seu inglês, pode aprender muito sobre sua paixão: o Design.

“Mesmo sem formação em design eu abracei aquela oportunidade e fui estudando por conta própria. Eu sempre fui desenvolvedora, mas eu gostava muito de UI, principalmente de explorar questões relacionadas à experiência do usuário durante sua jornada digital”.

Já se passaram 3 anos desde que Carol voltou à Zappts. Nesse tempo a empresa saltou para mais de 100 colaboradores, até que chegou a COVID.

“No início da pandemia foi bem doido. O Pablo (sócio da empresa) se antecipou muito e falou pra gente ir trabalhar de casa antes mesmo do lockdown. Ele sempre foi muito democrático e aberto a sugestões.”

Até então nunca tínhamos trabalhado de maneira 100% remota, e em uma reunião com toda e empresa definimos de que maneira faríamos o home office funcionar. A partir de estudos e ouvindo a sugestão de todos, definimos as regras do trabalho remoto e o que seria necessário para desenvolvermos nosso trabalho da melhor maneira possível.

Carol, assim como outras pessoas, aproveitou o isolamento social para desenvolver novas habilidades: a fotografia.

“Eu tenho uns mil hobbies, mas sempre amei fotografia. Até que chegou a pandemia e eu tomei vergonha na cara e comecei a estudar de verdade. Bem nessa época uma amiga fazia projetos com mulheres empreendedoras e precisava de uma fotógrafa, e eu fui lá ajudá-la.”

Nossa Zappter Protagonista contou que já fotografou o brechó de outras amigas e hoje trabalha como fotógrafa no tempo livre. Porém, esse não é o único hobbie de Carol. Por muitos anos ela fez dança. Sua mãe, Dona Marli, trabalhava na recepção da escola de dança, e seu tio, André, era professor da escola.

“Quando era criança eu gostava muito de dançar. Já fiz ballet, contemporânea, dança do ventre, mas o que eu gostei mesmo foi dança de salão. Fui até professora por um tempo. Já são mais de 15 anos na dança.”

Carol nos contou que era uma criança bastante tímida e introvertida e que foi graças à dança que ela superou o desafio de se relacionar com outras pessoas. Com seu lado artístico sempre aflorado, Carol não parou por aí e desenvolveu outras habilidades.

“Desde pequena, e eu continuo pequena, gostei de experimentar coisas novas. Sempre curti muito pintar e customizar roupas, tanto que cansei de dar de presente aos meus amigos as roupas que eu customizava. Até cueca eu já desenhei.”

Nossa entrevistada também já fez crochê, tear, patchwork e até se arriscou pro lado da música.

“Já tentei tocar bateria, pois tenho um tio baterista. Tentei também violão, mas meu negócio é escutar música, não produzi-la. hahaha”

Nossa Zappter Protagonista é bem eclética quando o assunto é música. De emo ao funk, seu repertório agrada todos os gostos.

“Na adolescência eu era do rock, era bem emo. Já fui até metaleira. Hoje eu escuto funk quando preciso me concentrar. Quem dança e ouve funk não consegue ficar parado.”

Surpreendentemente, a Carol também é crossfiteira e, durante a pandemia, precisou se reinventar para manter as atividades físicas em dia.

“Crossfiteiro não carrega pneu, começa por aí. Eu e meu marido montamos um box de crossfit para treinar em casa durante a pandemia. Essa é a nossa maneira de extravasar.”

Agora adivinha o nome que a Carol e seu marido Matheus, que também é desenvolvedor, deram para o seu Golden Retriever? BUGGY! Sim, Buggy! O cachorro ganhou esse nome tão representativo no universo da tecnologia da informação.

Atualmente Carol se aventura no universo do minimalismo, tentando viver com apenas o necessário e doando todo o resto.

“Depois que casei eu percebi como eu tinha coisas que nunca usava. Hoje eu só tenho uma cômoda, por exemplo. Minha meta no início da pandemia era transformar o meu armário e comecei a doar praticamente todas as minhas roupas.”

Conversando um pouco sobre família, Carol nos contou que seu apreço de hoje pelo minimalismo é uma consequência da maneira como ela consumia no passado.

 “Eu não venho de uma família rica, nunca tive muito dinheiro, mas a minha mãe sempre me deu de tudo e praticamente me criou sozinha, pois meu pai saiu de casa quando eu tinha 10 anos. Meu tio me dava os presentes caros e acabei ficando meio consumista.”

Ao ser perguntada sobre momentos marcantes e de superação em sua vida, Carol nos contou sobre a história de um professor da faculdade.

“Havia um professor na faculdade que me zuava muito. Eu era uma das únicas meninas na turma, então imagina… Ele vivia falando que meu trabalho de conclusão seria um robô que dançasse, por causa do meu amor pela dança. Ele nunca me levou muito a sério”

Coitado do professor!

“Mas por fim, meu TCC ficou impecável, e ao término da apresentação esse professor veio pedir desculpas pra mim e reconheceu que meu projeto tinha sido um dos melhores daquele semestre”.

O projeto em questão era um aplicativo de celular para pessoas interessadas em eventos políticos. No app seria possível ver e marcar manifestações, além de pesquisar por todos os políticos de todas as esferas do poder.

Para finalizar, Carol deu conselhos para pessoas que querem seguir a área de UX e UI.

“Se preocupem menos com o que as outras pessoas falam, pois se eu tivesse ido na influência dos outros eu nunca teria ido para a área de desenvolvimento e UX.”

“Se você tem vontade de conhecer algo, por mais obscuro e nebuloso que seja, não tenha medo de arriscar e tentar, tentar e tentar. Até conseguir.”

Pedimos para Carol escolher uma imagem ou meme que mais a representasse, e o resultado foi esse!

Você perdeu nosso episódio de estreia? Confira a história do Cláudio no Episódio #1: A única deficiência que existe é o preconceito.

Conheça nossas vagas clicando aqui.

Zappters Protagonistas – Episódio #1: A única deficiência que existe é o preconceito.

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Episódio #1: Cláudio.

Bem-vind_ ao Zappters Protagonistas!

Nesta série você terá a oportunidade de conhecer a história dos talentos da Zappts, empresa “full remota” focada em projetos de transformação digital de grandes marcas.

No nosso episódio de estreia, vamos contar a história do Cláudio!

Quer conhecer nossas vagas? Então, clique aqui.


Nascido, criado e enraizado em São Luís do Maranhão, o ludovicense Cláudio faz parte do nosso super time de desenvolvedores front-end. Aos 4 anos de idade, durante uma viagem para a casa da avó, no interior do Maranhão, ele sofreu convulsões que o deixaram com uma leve deficiência na fala.

“Durante a madrugada na casa da minha avó tive muitas convulsões e acordei no outro dia com dificuldades na fala. Pela manhã fui ao posto médico e informaram minha mãe que minha fala voltaria ao normal em alguns dias.”

Porém, durante a noite desse mesmo dia, Cláudio teve outras convulsões, muito mais fortes, que o levaram ao coma.

Ao despertar, 13 dias depois, ele não se lembrava de absolutamente nada do que havia acontecido e precisou reaprender a andar, a comer e a falar.

“Minha mãe e tia revezavam no hospital para ficar comigo, e teve um dia que a minha tia pediu para eu mexer qualquer parte do meu corpo. Ela conta que eu consegui mexer apenas um dedo, e que aquilo era um sinal de que eu iria melhorar.”

Porém, a médica de plantão do hospital disse que era muito provável que eu não fosse sobreviver, ou que caso sobrevivesse teria sequelas que me impossibilitariam de sair da cama, e que sempre dependeria dos outros.”

Pois bem… a médica estava errada!

Após dias de internação, Cláudio saiu do hospital se alimentando apenas por sonda e, ao chegar em casa, havia uma super festa preparada para o seu retorno.

“Aquela festa, quando eu cheguei do hospital, foi como um recomeço para mim. Eu senti que havia voltado à vida, e que esse seria um novo começo da minha história”.

O pai de Cláudio, Seu Cláudio, sempre bem humorado, criou diversas brincadeiras para que o filho pudesse se movimentar e voltar a ter a mobilidade de antes.

Com isso, e depois de várias sessões de fisioterapia, nosso protagonista recuperou os movimentos dos braços e das pernas.

Um ano depois, com 5 anos, Cláudio voltou à escola e enfrentou um novo desafio: o bullying dos amiguinhos.

“Foi muito difícil pra mim. Eu não queria ir para a escola por causa do bullying, mas com a ajuda da minha família, principalmente do meu irmão, pai e mãe, e de bons amigos da escola, eu superei isso e ignorei as piadas no colégio”.

O tempo foi passando e os desafios superados um a um!

Aos 9 anos, Cláudio já sabia que queria trabalhar com computação, fruto da sua paixão por games. Já no início da juventude, buscando realizar seu sonho de virar programador, ele iniciou um curso técnico em informática especializado no desenvolvimento de software.

“Na época do curso técnico eu tinha uns 16 anos, e lembro como se fosse ontem a palestra de um professor contando que todos nós poderíamos ser super heróis com a computação. Ele falou que através da programação eu poderia fazer praticamente tudo, o imaginável e o inimaginável”.

Com o diploma em mãos, começou a saga do nosso protagonista para conseguir seu tão sonhado primeiro emprego na área de desenvolvimento.

Porém, mesmo depois de superar todos os obstáculos anteriores, novos desafios surgiram na vida de Cláudio:

“Eu sofri muito preconceito quando iniciei minha busca por emprego. Eu sempre passava a fase de análise de currículo, mas na hora da entrevista me olhavam torto e, quando eu começava a falar, meu perfil era automaticamente descartado.”

Dava pra ver nos olhos da pessoa. Isso me deixou muito desmotivado e cheguei a acreditar que nunca conseguiria de fato trabalhar com aquilo que eu havia estudado.”

Houve uma situação em que eu ouvi de outra pessoa que eu era incapaz de fazer qualquer coisa por causa da minha deficiência. E ouvir isso machuca demais”.

Cláudio nos contou que sempre era reprovado nas vagas de emprego, e que sua mãe, Dona Simone, chorava muito, mas sempre o motivava muito dizendo para nunca desistir.

“Nesses momentos minha mãe falava que meu currículo ainda seria muito maior do que a minha deficiência, e que um dia uma empresa iria reconhecer isso.”

Eis que Cláudio conseguiu seu sonhado estágio e logo veio o primeiro emprego na área de desenvolvimento. Nosso protagonista contou que na empresa, em São Luís, ele era o principal programador, e que por acaso ficou sabendo da existência da Zappts.

 “Um amigo compartilhou a vaga da Zappts comigo no whatsapp, daí lendo a vaga eu percebi que tudo que pedia na vaga eu tinha a oferecer. Mas por ser uma empresa de São Paulo eu pensei que não iria conseguir, porque eu moro em São Luís do Maranhão, né?!”.

Nosso Zappter Protagonista se enganou. Ele enviou seu currículo e… passou. Fez os testes e… passou. Fez a entrevista de fit cultural e… passou. Por fim, fez a entrevista técnica e a vaga era dele!

“Quando o Luciano me ligou, isso foi no dia 05 de janeiro, me dizendo que eu havia passado, toda a felicidade do mundo tomou conta de mim. Ele me perguntou se eu iria cumprir o aviso prévio do meu antigo emprego ou se eu poderia começar de imediato. Eu não pensei duas vezes e respondi que começaria ontem!”.

Cláudio conta que desde o momento em que chegou na Zappts foi muito bem acolhido e sentiu um grande voto de confiança dos gestores.

“Logo na primeira semana, no whatzappts (evento interno da empresa), pediram pra eu dar um depoimento sobre a minha vida, e isso rola com todo mundo novo. Isso nunca tinha acontecido antes, as pessoas pedindo para eu contar sobre mim, me dando visibilidade. Foi emocionante, me senti abraçado naquele momento”.

Mesmo trabalhando remotamente, Cláudio sente muita proximidade com os companheiros de trabalho que ainda não conheceu pessoalmente.

“Tirando o pessoal da minha casa, eu nunca tinha me sentido tão abraçado e acolhido como na Zappts. Rola um clima de companheirismo muito grande e todo mundo brinca e ri muito. Fora que a empresa permite que eu continue estudando, correndo atrás de novos conhecimentos”.

Com apenas 24 anos, nosso estreante da série Zappter Protagonista vem trilhando uma jornada de superação e sucesso pessoal e profissional. Não poderíamos deixar de contar essa história.

Nós mais do que agradecemos pela confiança compartilhada e nos sentimos honrados por fazer parte da sua história, Cláudio.

Para finalizar, perguntamos a ele: o que você falaria para o seu eu do passado? E o que você falaria para outras pessoas que podem estar passando pelo mesmo que você já passou?

“Ah, cara, se eu pudesse falar comigo no passado eu falaria que eu era muito mais do que as pessoas pensavam e falavam de mim. Para quem está passando por problemas devido a sua deficiência, digo que nunca desista e que a primeira pessoa que precisa acreditar em você é você mesmo”.

Ah, e tem mais um detalhe: Além de ser fã do imperador Adriano (ele ama esse meme/foto), Cláudio curte brega, funk e pagode, e semanalmente joga LOL (League of Legends) com o pessoal aqui da Zappts.

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Squads Remotas: gestão e produtividade

Um guia com as melhores práticas para gerenciamento de Squads Remotas

Por Roque Sales, CX & UX Manager da Zappts

Squads Remotas

Quando precisamos garantir que as operações sigam remotamente, é preciso esforço, paciência e principalmente, criatividade.

Desenhar uma operação coordenada, com comunicação fluída e as ferramentas certas pode ser um desafio. 

O gerenciamento de Squads Remotas requer muita curiosidade por parte da gestão. Gerenciar uma Squad de Desenvolvimento Remota é uma das preocupações mais urgentes para a liderança de TI.

Por isso, reuni algumas informações que ajudam muito nesta transição do off para o on-line.


Squads Remotas – do conceito à aplicação: é o que você vai conferir neste artigo!

Squads Remotas

A Statista, um dos bancos de dados estatísticos mais acessados do mundo, publicou uma pesquisa interessante. Ela destaca que aproximadamente dois terços das empresas de desenvolvimento de software têm migrado para o modelo de Squads Remotas.

Em um mercado tão acelerado como o de TI, é vital manter o time com a máxima eficiência, inclusive remotamente.

Como resultado, existem inúmeras vantagens de trabalhar com Squads Remotas

  • Você pode escalar a capacidade de entregas de projetos;
  • Acelerar a Transformação Digital de sua organização;
  • Expandir a área de atuação da sua empresa;
  • Contratar profissionais qualificados de qualquer lugar, aumentando a diversidade e leque de capabilities de seu time.

O grande desafio é gerenciar uma equipe remota e garantir a qualidade das entregas para os clientes. Dessa forma, se você se pergunta como aproveitar melhor todo o potencial do seu time, tenho boas notícias!

Neste artigo, separei uma série de dicas e ferramentas para gerenciar Squads Remotas de forma efetiva e bem sucedida. Acompanhe!

Gestão de Squads Remotas

Aqui na Zappts, temos evoluído cada vez mais o modelo de desenvolvimento de soluções inovadoras de tecnologia da informação. 

Entregas de qualidade com velocidade para atender às demandas estratégicas de negócios. A partir desta demanda, criamos um modelo de desenvolvimento que utiliza das melhores práticas e ferramentas de mercado.

Para que esse modelo funcione, é necessário garantir a formação e consolidação de 3 pilares fundamentais: Cultura, Processos e Ferramentas

Squads Remotas - como gerenciar

Cultura

A cultura é um dos principais pilares que garante o sucesso do modelo. O mais importante é que o time tenha a mesma motivação, visão e engajamento no alcance de resultados. 

É fundamental que todos os envolvidos no modelo vivam a mesma cultura para a aderência e a evolução do processo. 

A importância da cultura organizacional é um tema cada vez mais discutido no mercado. 

Empresas como a Google são famosas por terem uma forte cultura interna. Esse aspecto revela muito sobre a importância da cultura organizacional não apenas dentro das organizações, como em todo mercado.

Os princípios para a aplicação da cultura organizacional são:

  • Transparência;
  • Comunicação Clara;
  • Alinhamento de Objetivos e Expectativas;
  • Autonomia;
  • Responsabilidade;
  • Comprometimento;
  • Confiança.

Processos

Esse pilar é de fundamental importância para assegurar a continuidade e a evolução do modelo de gestão de projetos. 

A aderência aos processos definidos faz com que a qualidade, motivação e o engajamento dos envolvidos sejam mantidos. Desde a concepção até a entrega do produto final. 

Framework Ágil/Scrum

A metodologia de Desenvolvimento Ágil viabiliza um planejamento contínuo, assim como testes e integração contínuas, e isso proporciona: 

  • Entregas rápidas de valor para o negócio;
  • Resposta rápida para imprevistos e mudanças;
  • Colaboração do cliente;
  • Integrações entre pessoas;
  • Aumento da produtividade;
  • Otimização do investimento;
  • Aumento da velocidade de lançamento. 

Alocação de Squads Remotas

Para um modelo de entregas contínuas, a alocação de Squads Ágeis é o mais recomendado para soluções End-to-End. 

A gestão é feita pelo parceiro de tecnologia. De forma transparente, é preciso eliminar a complexidade e burocracia da administração de recursos individuais. Isso possibilitando mais velocidade e escalabilidade de desenvolvimento.

Modelo de Capacidade

A Squad Ágil em um Modelo de Capacidade é projetada para atender demandas contínuas de entrega de valor ao cliente. Envolve níveis variados de arquitetura de solução, desenvolvimento, experiência do usuário, controle de qualidade e gerenciamento de entrega.

A Squad é personalizável e pode mudar dependendo dos requisitos e da demanda. Ela permanece junta e amadurece com a progressão da demanda. Como resultado, mantém um fluxo de Entregas Contínuas e garantindo a retenção do conhecimento tecnológico.

Ferramentas

Se você já trabalhou com Squads Remotas, certamente deve ter se deparado com algum desafio de comunicação. Você envia um e-mail, espera, espera um pouco mais, e então, finalmente, obtém uma resposta.

Muitas vezes a resposta não chega com a informação necessária ou esperada. Com isso, você sente que eles não estão entendendo você.

Veja, isso acontece até mesmo com equipes locais, mas pelo menos com eles, você pode ir e conversar pessoalmente. 

Aprender a gerenciar equipes remotas se resume aos mesmos princípios de uma equipe local. A única diferença é que você precisa contar com a tecnologia como sua principal aliada nas comunicações diárias. 

Embora não seja tão fácil quanto ir até a mesa da pessoa, com as ferramentas certas, é possível resolver esta questão.

E essas são as minhas ferramentas favoritas:

Jira

O Jira é um conjunto completo de ferramentas para Gerenciamento de Projetos Ágeis.

Com recursos para planejamento e análise de demandas, permite definir objetivos claros  ​e acompanhar o progresso dos mesmos. O Jira é altamente personalizável e funciona para qualquer uma das Metodologias Ágeis. 

Existem outras ferramentas excelentes para gestão de atividades. Vale aqui uma menção honrosa ao Trello, que oferece de forma gratuita um pacote de funcionalidades excelente. O Trello atende muito bem às necessidades de gestão de atividades de Squads Remotas.

Confluence

O Confluence é um poderoso sistema colaborativo de gerenciamento de documentos. Ele possibilita a visualização e edição de documentos compartilhados por várias pessoas simultaneamente.

Funciona para projetos de todos os tamanhos e faz interface perfeita com o Jira. Como resultado, possibilita o relacionamento de documentos aos diversos artefatos, como user stories, épicos, bugs, etc. 

XRay

O XRay é uma ferramenta de gerenciamento de testes que se integra diretamente ao Jira


Com equipes de desenvolvimento e teste trabalhando na mesma ferramenta, gerencia e controla o processo de testes em homologação. O XRay pode integrar as ferramentas de testes automatizados, entre elas, o Cucumber, Selenium e Junit.

Slack e Zoom

Slack e Zoom são aplicativos excelentes para manter o time conectado. 

O Slack é um conjunto de ferramentas de software de colaboração em equipe e serviços online baseados em nuvem. É o favorito dos times de desenvolvimento por ser uma plataforma amigável e com diversos recursos. 

O Zoom possui a facilidade das vídeo e áudio chamadas de forma simples e objetiva. 

Algumas alternativas muito utilizadas também são Hangouts e Whereby.

Outra ferramenta muito interessante para comunicação em equipes é o Discord.

Criada para a comunidade Gamer, se mostra super eficaz para facilitar a comunicação entre equipes. O Discord oferece a vantagem de simular espaços físicos para manter a interação entre os membros das Squads mais próximos.

Portanto, você pode optar por uma ou mais dessas ferramentas. Independente da solução utilizada, o importante é que os integrantes das Squads Remotas estejam sempre conectados.

Squads Remotas

As vantagens de trabalhar com Squads Remotas

Adotar um modelo de trabalho com times remotos permite que as empresas absorvam mais projetos de forma ágil e escalável.

Entre as vantagens de se trabalhar com um time remoto podemos destacar:

  • Escalabilidade;
  • Agilidade na contratação e Ramp-up de times de desenvolvimento;
  • Economia de recursos;
  • Possibilidade de trabalhar com parceiros e profissionais de vários lugares;
  • Diversidade de ideias, competências e experiências;
  • Maior foco nas entregas;
  • Baixa interferência e ruídos;
  • Alta produtividade.

Para conhecer mais sobre essas vantagens, acesse este eBook: Como Acelerar a Transformação Digital da Sua Empresa com Squads Remotas

Aspectos importantes sobre a produtividade do time

Use o Scrum em prol do time

Optar por um modelo de trabalho ágil como o Framework Scrum permite uma série de ferramentas. Sendo assim, usar o Scrum em prol do time e do negócio é uma grande sacada.

Acompanhe as atividades: Daily Meetings

Novamente, a comunicação é a chave para o sucesso no desenvolvimento. Isso vale para qualquer tipo de esforço de grupo e ainda mais para o nosso time remoto. 

Ao garantir que todos da equipe conversem diariamente, mantemos as informações fluindo para que todos saibam o que está sendo trabalhado e como cada um está colaborando.

Garanta as metas: Sprint Planning

Planejamento é a base para qualquer tipo de negócio. O planejamento das atividades da sprint é vital para o sucesso da equipe e o bom andamento do projeto. 

Feedback: Sprint Retrospective

Um dos rituais mais importantes de uma sprint, a Retrospectiva é fundamental para acertar o tom. Em outras palavras, para corrigir, ajustar e reconhecer o trabalho da equipe.

Assim, o time ganha maturidade, confiança, senso de urgência e comprometimento com o cliente e com a equipe. Exercitar essas variáveis estimula a transparência e fortalece a qualidade da comunicação.

Energia e motivação

Agora que já sabemos como interagir de forma efetiva com nossa Squad Remota, é fundamental manter a equipe motivada. 

E o que podemos fazer para garantir isso? Como fazer para potencializar as qualidades e vantagens que a sua Squad pode oferecer?  

A resposta é simples: lembre-se do fator humano. Apesar de se conectar virtualmente, a Squad é formada por pessoas reais e elas precisam ser adequadamente gerenciadas e motivadas.

Podemos fazer isso da mesma maneira que fazemos com nossas equipes. 

Se você sabe gerenciar localmente, suas técnicas se aplicam aqui também, com algumas modificações.

Algumas pessoas do time podem estar em um fuso horário diferente, ter uma cultura diferente e falar uma língua diferente. Essa é a magia da diversidade.

E para motivar nossa Squad Remota podemos seguir alguns princípios, veja só:

Defina objetivos

É fundamental definir metas claras e acionáveis para todos os membros das Squads. 

Se você não definir expectativas concretas, não deverá esperar resultados concretos.

Promova o sentimento de time

Os profissionais remotos são mais do que meros fornecedores; eles são parte integrante de suas operações de desenvolvimento. É fundamental garantir o Sentimento de Time.

Reconhecimento

As pessoas anseiam por reconhecimento e uma equipe remota de sucesso precisa ser reconhecida tanto quanto qualquer outra. 

Quando os desenvolvedores entregaram algo particularmente impressionante ou se atingirem o objetivo antes do previsto, parabenize-os, individual e coletivamente!

Compartilhe os objetivos e metas da empresa

Provavelmente, seus desenvolvedores e times remotos não têm o mesmo conhecimento sobre o seu negócio que você. Então, compartilhe com eles sobre os objetivos e metas da empresa!

Se o seu projeto se sair bem, seu time remoto deve ganhar reconhecimento e recompensas como você. Os membros da sua Squad Remota precisam saber que também fazem parte desse sucesso!

Nossos Desafios: Problemas comuns e como evitá-los!

Vou listar alguns desafios que podem surgir quando trabalhamos com Squads Remotas e as possibilidades de soluções para cada situação. Acompanhe!

Falta de Transparência

Desafio: sua equipe remota é uma caixa preta: você fornece instruções e recebe o código de volta? Você não sabe o que acontece no meio dos processos e teme que existam problemas ocultos?

Solução: ter um processo de DevOps bem implementado. Processos de QA e Compliance bem estruturados e garantir a ocorrência de Peer Review. Se as equipes verificarem o trabalho uma das outras como deve ser feito, isso nunca será um problema.

O projeto não está de acordo com o esperado

Desafio: tudo parece estar indo bem, mas quando você atinge um marco no desenvolvimento, o resultado não é o esperado. Pode estar faltando os principais recursos ou podem estar fazendo algo que você nunca pediu. O ponto é que não é exatamente o que o cliente queria.

Solução: novamente, garantir o funcionamento dos processos Scrum é fundamental para sanar esse desafio. Stories bem escritas, Grooming bem realizadas e a visão da sprint bem definida. Tudo isso será de suma importância para o sucesso do projeto.

Falta de Comunicação

Desafio: apesar de suas instruções cuidadosas, seus times locais e remotos simplesmente não trabalham juntos. Talvez o trabalho seja feito de qualquer maneira e sabe-se que poderia ser muito mais eficiente se eles trabalhassem juntos. Os pedidos de informações ficam sem resposta ou são mal interpretados. O trabalho está sendo duplicado e os gerentes estão arrancando os cabelos.

Solução: atenha-se às cerimônias ágeis. O Scrum é construído desde o início para facilitar a comunicação, e principalmente em equipes remotas, elas são incrivelmente eficazes. A comunicação é o fator mais crítico para o sucesso. 

Não devemos fazer suposições. Devemos fazer muitas perguntas para entendermos e sermos entendidos, criando um ambiente aberto para a equipe falar abertamente. É fundamental incentivar a participação de todos, independentemente de sua experiência ou posição.

Lentidão

Desafio: “Todo mundo está tão lento!” ou “Os e-mails entram em um buraco negro. Temos a impressão que o projeto não tem a prioridade adequada da equipe de desenvolvedores. Eles têm talento e o trabalho é bom quando finalmente chega. Porém, a jornada por lá é tão árdua e os clientes estão começando a perguntar sobre os atrasos.”

Solução: aqui, o Scrum é fundamental. As métricas e indicadores são ferramentas de monitoramento e o processo é um dos pilares para o funcionamento do modelo. É fundamental promover um ambiente para todos os membros das equipes, remotos ou locais. 

Usar técnicas de formação de equipes e visitar as instalações remotas são ações muito importantes.

Conclusão

A gestão eficaz de Squads Remotas é um desafio real e imediato. Envolve a garantia, a qualidade das entregas, a otimização dos processos e o aproveitamento de todo o potencial do time.

Porém, com uma cultura sólida, processos bem definidos e as ferramentas certas, o sucesso estará muito mais perto!

É claro que para alcançar tudo isso é preciso dar o primeiro passo. Escolher o parceiro de desenvolvimento ideal será o fator determinante. 

Afinal, o objetivo é usufruir de todas as vantagens de se trabalhar com Squads Remotas, certo? 

Se você procura parceria em sua jornada de Transformação Digital ou no Desenvolvimento de Soluções Digitais, conte conosco! Clique aqui e conheça melhor a Zappts. Vamos mostrar o caminho para o sucesso dos seus projetos de Tecnologia e Transformação Digital.

Espero que tenha gostado deste artigo. Compartilhe com os amigos e até a próxima!